10 dicas de alimentação para acelerar os resultados da academia

Quem adere a uma rotina de treinos sabe que a alimentação é uma parte essencial dos resultados. E não é só questão de estética. Além de complementar a prática esportiva, o planejamento alimentar visa o bem-estar, a longevidade e a prevenção de doenças. Se você também quer alavancar seus resultados, confira essas dicas: 1. Aposte na salada pós-treino Saladas podem ser uma ótima opção de alimentação pós-treino. As ricas em proteínas, como a salada de atum, ajudam a recuperar os músculos e combatem o colesterol ruim. Uma boa opção é montar saladinhas em pote: além de saborosas, elas são práticas, e você pode carregá-las para comer em qualquer lugar. 2. Abuse dos alimentos parceiros do ganho de massa magra Quem investe em treinos buscando o ganho de massa muscular tem como grandes aliados estes alimentos: a banana, rica em potássio e carboidratos; o ovo, rico em aminoácidos, ferro e albumina; e a batata doce, ótimo carboidrato. Não os deixe faltar no seu carrinho do supermercado. 3. Diversifique a alimentação com proteínas de origem vegetal Além de serem muito ricos em proteínas, os cogumelos, como o shiitake, contêm lentinan, substância que ajuda a estimular a imunidade do organismo, defendendo-o contra inflamações, gripes e resfriados. Outras boas opções de fontes de proteína vegetal são os grãos, ricos em fibras, e o amaranto, rico em minerais. 4. Aproveite as frutas como suas aliadas Ótimas como sobremesa, as frutas podem ser consumidas tanto puras quanto em receitas. Tente variá-las por dia da semana ou seguir ideias rapidinhas: saladas de frutas; gelatina com suco de frutas; frutas cozidas com canela em pó ou agave; entre outros. 5. Combine banana com canela Fonte de energia e potássio, a banana também pode ser combinada com canela, que é um termogênico natural. Juntas, elas otimizam seu desenvolvimento e o resultado em treinos de cardio. 6. E com milho Ele é uma fonte de energia rica em carboidratos complexos, além de possuir fibras que baixam o colesterol e melhoram o funcionamento do intestino. Aproveite o milho no café da manhã, substituindo o pão por cuscuz, por exemplo. Consuma-o uma hora antes do pré-treino para ajudar no ganho de massa magra. 7. Redescubra a erva-doce Ela é rica em antioxidantes: combate os radicais livre e ajuda a prevenir o envelhecimento. Além disso, é diurética e auxilia na digestão. Além de fazer o clássico chá de erva-doce, você pode acrescentá-la em saladas refrescantes e em águas aromatizadas. 8. Invista em alimentos ricos em ômega 3 Aqui estão alguns parada dura: sardinha, atum, semente de chia e nozes. Ricos em ômega 3, esses alimentos ajudam no combate a doenças cardiovasculares e auxiliam a capacidade cerebral. 9. Tempere a comida com pimenta A pimenta também é um alimento termogênico, acelera o metabolismo. Use-as como tempero nas mais variadas refeições. 10. Faça um acompanhamento personalizado Um planejamento alimentar dedicado muda tudo. A diferença é muito grande! O acompanhamento nutricional leva em conta os seus objetivos, analisa o seu físico e, principalmente, a sua rotina. Ele é muito importante para potencializar seus resultados e você não desistir da reeducação alimentar no meio do caminho. Fonte: https://boaforma.abril.com.br/dieta/11-dicas-de-alimentacao-para-acelerar-os-resultados-da-academia/ Photo by rawpixel.com from Pexels / Photo by Element5 Digital from Pexels
Como melhorar a ansiedade

Todos nós temos momentos de ansiedade – ao fazer uma entrevista de emprego, por exemplo, ou ao participar de uma competição, uma corrida. Porém, quando essa ansiedade deixa de acontecer em alguns momentos e passa a ser algo rotineiro, você precisa prestar atenção. Veja se você se encaixa em algum desses tópicos: 1 ) Sente dificuldades para dormir 2 ) Está sempre com tensões musculares 3 ) Sente medo com frequência e com intensidade 4 ) Está sempre preocupado com alguma coisa 5 ) Busca o perfeccionismo a todo momento Estes são só alguns dos pontos que podem te ajudar a identificar a ansiedade. Além disso, existem diversos níveis de ansiedade que podem atrapalhar a sua rotina e alguns casos precisam ser acompanhados de perto por um médico. Mas existem algumas atitudes que você pode tomar para tratar a ansiedade que certamente farão super bem no seu dia-a-dia. Praticar atividade física Esta é bem simples, já que qualquer atividade física prazerosa serve. Fazer exercícios físicos produz serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Para você que nunca praticou exercício, aqui na Companhia Forma temos natação, hidroginástica, musculação com cross training e aulas fitness (abdominais, bike, kangoo, jump, local, zumba, jazz, ballet entre outras). É muito fácil tomar gosto por alguma dessas atividades! Diminua e evite momentos de estresse O estresse é capaz de piorar quadros de ansiedade. Por isso, dedique um momento para você mesmo, de introspecção e meditação. Ouça uma música, faça um alongamento relaxante e esqueça, por alguns minutos, todos os problemas à sua volta. Preste atenção à sua respiração Quando estamos nervosos ou ansiosos, acabamos respirando mais aceleradamente, e da forma errada. A forma correta para respirar é pelo diafragma. Alguns minutos antes de dormir, faça o seguinte exercício: coloque sua mão no abdome, um pouco acima do umbigo e respire devagar, empurrando a sua mão para cima. Conte os segundos que está inspirando e expire pelo mesmo tempo. Tente aumentar um segundo a cada nova respiração, deixando-a mais lenta. Isso te ajudará, inclusive, a dormir melhor. Mantenha-se organizado Organizar a casa, as tarefas e as roupas que vai usar no dia seguinte é uma das formas mais fáceis de não ficar ansioso por preocupar-se com coisas que precisam ser feitas. Além disso, quem organiza melhor seu tempo, consegue ser mais produtivo! Gostou destas dicas? Aqui na Companhia Forma, procuramos sempre trazer qualidade de vida, saúde e bem-estar para nossos alunos! Se você está se sentindo muito ansioso, conte conosco para oferecer aulas divertidas, que queimam calorias e possibilitam a prática um exercício saudável para seu corpo e sua mente! — Fontes de pesquisa: Auto Ajuda em Foco Minha Vida Administradores M de Mulher
Piscina é tudo igual? Claro que não!

Saiba mais sobre as piscinas da Companhia Forma e faça a escolha certa! Que nossas piscinas são diferenciadas e tem o tratamento mais moderno do mercado (por salinização) não é novidade para ninguém, correto? Pois bem, mas o que você ainda não sabe é como cuidamos dessas piscinas com toda dedicação e carinho, para que você e sua família tenham a melhor experiência na prática da natação e todo o cuidado e segurança necessários para sua saúde e bem-estar. Todos os dias, sem falta, tiramos uma série de medidas e registramos em tabelas e gráficos para o acompanhamento do estado das águas de nossas piscinas. Itens como salinidade, PH, alcalinidade, cloramida, sal residual, entre outros, são acompanhados de perto por nossa equipe, para que água fique sempre “perfeita” para sua atividade. E nunca fazemos qualquer tratamento químico com alunos em aula. São coisas que você não vê, mas que fazem toda diferença!!! Além disso, a temperatura é monitorada durante todo o dia, evitando quedas ou mudanças bruscas e a limpeza de filtros e registros de aspiração são constantes, para que não aconteçam acidentes. E por falar nisso, a Companhia Forma tem suas piscinas funcionando dentro dos padrões de segurança exigidos internacionalmente!!! Mesmo que haja um erro na operação regular dos registros, existem dispositivos para que, em hipótese alguma, sejam aspirados cabelos ou qualquer parte de uma pessoa. Legal né? Tudo isso é feito pensando em nossos alunos. Então, antes de mergulhar de cabeça em qualquer academia, compare esses diferenciais e pense na qualidade de vida e segurança da sua família. Aí, não tem como errar, a escolha certa é a Companhia Forma. E que tal fazer uma aula experimental, sem custo? Agende com nossa equipe e venha ver de perto tudo isso que estamos falando. Aguardamos sua visita!
Piscina com tratamento por salinização: sua melhor escolha!

Como é bom se jogar em uma piscina naqueles dias de calor, não é mesmo? Quando a água está limpinha e bem tratada então, é melhor ainda! Justamente para realizar a higienização correta das piscinas e manter os devidos cuidados, existem os processos mecânicos, a troca da água e os tratamentos químicos. Todos são procedimentos complementares. Os processos químicos são os responsáveis por tratar as moléculas de água, eliminando micro-organismos e demais sujeiras. Os mais utilizados hoje em academias são: limpeza com cloro ou salinização. O cloro é o vilão da história? Mais comum e conhecido agente de tratamento da água da piscina, o cloro industrializado é aplicado e precisa de um tempo (em torno de uma hora) para agir e ser distribuído uniformemente por toda a água. Apesar da alta eficácia no combate e na eliminação de germes, bactérias e micro-organismos e o baixo custo, o cloro traz uma grande desvantagem no que diz respeito a saúde e a experiência proporcionada ao aluno, com grande risco de alergias, ressecamento de pele, cabelo e irritação nos olhos. Existem ainda riscos de complicações respiratórias (quando usado em excesso). Por quê escolher a salinização? Em um primeiro momento, você pode pensar que a ideia é tornar a água da piscina semelhante à do mar. Mas fique tranquilo, pois passa longe disso. Na verdade, o objetivo principal da salinização é a produção do cloro natural, que é tão eficaz quanto o industrializado. A salinização consiste na aplicação de doses de cloreto de sódio (o famoso sal de cozinha), a fim de produzir o cloro natural. E isso é possível graças ao processo chamado de eletrólise, que quebra as partículas de sal e libera o cloro natural na água. Diferenças para a saúde: A principal diferença entre a piscina salinizada e a tratada com cloro, portanto, é a experiência proporcionada ao aluno, com ganho na manutenção de sua saúde e qualidade de vida. O nado neste tipo de piscina elimina a possibilidade de desenvolvimento de problemas característicos com a utilização do cloro, como problemas de pele, olhos e aparelho respiratório, além de minimizar o risco para desenvolvimento de alergias respiratórias como rinite e asma. “A piscina com tratamento por salinização é a melhor opção para quem sofre com alergias e tem dificuldades de praticar a atividade por conta disso. É também uma ótima escolha para as crianças!” afirma Luciene Ponce, diretora técnica da academia. Venha para a Companhia Forma! Temos 2 ótimas piscinas com tratamento por salinização que vão proporcionar a melhor experiência de natação para você e sua família.
Exercícios físicos, imunidade e o combate à Covid-19

Atividade física moderada aumenta a imunidade, ajudando no combate ao coronavírus. Já treinos intensos… Nunca se falou tanto em imunidade. Com a pandemia do coronavírus, a preocupação das pessoas em melhorar a performance do seu sistema imune aumentou significativamente. Mas será que tem como realmente deixá-lo mais forte? Não há dúvidas de que os exercícios físicos têm relação direta com a imunidade. No entanto, o que pouca gente sabe é que eles podem nos proteger ou, na contramão, nos deixar ainda mais suscetíveis a certas enfermidades. Isso porque práticas exageradas podem interferir nas barreiras de proteção do organismo e provocar o efeito contrário. Com o avançar da idade, a imunidade sofre declínio de suas funções: fica menos ativa para a defesa e mais ativa para o desenvolvimento de processos inflamatórios, que podem desencadear doenças como diabetes tipo 2, depressão e problemas cardiovasculares. Tudo acontece devido à presença das citocinas, substâncias que podem agir a favor de um mecanismo pró-inflamatório ou desencadear uma resposta anti-inflamatória. O exercício regular, e sem excessos, interfere nesse balanço, resultando em vantagens para o organismo. As práticas físicas não melhoram apenas a imunidade ao longo da vida, mas também o fazem de forma pontual. Basta uma sessão de exercício para que ela fique mais aguçada em até aproximadamente duas ou três horas após o término da atividade. Para ter ideia da relevância do tema, estudiosos já traçaram uma correlação entre exercícios físicos e a proteção ao novo coronavírus. Pesquisadores relatam, após analisar pacientes com Covid-19, que treinos aeróbicos contribuem para fortalecer a imunidade em geral e o sistema respiratório, podendo minimizar a morbidade e mortalidade decorrentes do vírus. Cabe destacar que práticas como correr, nadar e pedalar aumentam a imunidade especificamente no aparelho respiratório, o principal alvo do coronavírus. Principalmente para os iniciantes, o ideal é caminhar ou correr sem ficar ofegante. Se achar que está difícil conversar enquanto faz o exercício, é porque já passou do limite. Por isso, cautela. Vejo muitos sedentários, sem preparo, comendo mal, ansiosos pelo confinamento, que começam a seguir maratonas online, com um ritmo acima do que podem aguentar. Isso é capaz de ocasionar uma disfunção no sistema imune, propiciando um quadro inflamatório e ampliando o risco de infecções. Existem muitos treinamentos de efeitos supostamente rápidos, mas pouca fisiologia aplicada a esses treinos. Por isso, não tente recuperar o tempo perdido. Evite treinos longos. Melhor fazer de 30 minutos diários a 60 minutos três vezes por semana. Independentemente do tipo de exercício, fracione a sessão em períodos mais curtos duas vezes ao dia, como 15 minutos pela manhã e 15 minutos à noite, se possível. Havendo desconforto com a máscara, como tontura e aceleração da respiração, reduza a intensidade e aumente o tempo de intervalo dos exercícios. Já para quem treina e quer intensificar o ritmo, pode até aderir a um treino vigoroso, mas não todos os dias. Isso porque nessa intensidade acelerada e constante também há reflexos imunológicos: pode diminuir a fração de células de defesa chamadas neutrófilos, a primeira barreira que o vírus encontra ao entrar no corpo. Então, continuem se mexendo e se cuidando. O vírus ainda circula e, acima de tudo, precisamos estar bem e fortes. Venha para a Companhia Forma! A gente prepara um treino personalizado para você. Por Fabio Ceschini, profissional de educação física*https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/exercicios-fisicos-imunidade-e-o-combate-a-covid-19/Leia mais em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/exercicios-fisicos-imunidade-e-o-combate-a-covid-19/ Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividade Física

Conheça os benefícios dos exercícios no 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividades Físicas. Lembrando que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis. Confira, então, as 10 coisas que você precisa saber sobre atividade física: A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que a pessoa deixe de ser sedentário. Estes 30 minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada. O mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções. Pequenas modificações no dia a dia – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudar a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária. Os efeitos benéficos da atividade física são observados em pessoas que se exercitam com regularidade. Aqueles com IMC entre 25 e 30 (sobrepeso), nestas condições, podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários. De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante que os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional. Um minuto de atividade física intensa é igual a 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e o ciclismo são considerados intensas. Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção. As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”). Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a diminuição do apetite, a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo do envelhecimento. Para crianças e adolescentes o ideal são 60 minutos de atividade aeróbica por dia (recreativa), três vezes por semana e de grande intensidade. E aí, vamos começar a praticar? Venha para Companhia Forma! Fontes: https://www.endocrino.org.br/ – Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Programa Agita Mundo e o Departamento de Saúde, Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabolica e Serviços Humanos dos Estados Unidos. Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
Síndrome pós-Covid: exercícios, nutrição e respiração na recuperação

A infecção pelo novo coronavírus tem deixado sequelas em muitos pacientes: entenda quais são os sintomas e como ajudar o sistema imunológico a combatê-los A maioria das pessoas que são infectadas pelo novo coronavírus e passaram pela Covid-19 se recupera em algumas semanas. Mas alguns meses depois, mesmo entre aqueles que tiveram versões leves da doença, muitos continuam a lutar contra os sintomas após a recuperação inicial. O fenômeno é chamado de “Síndrome Pós-COVID-19”. Idosos e pessoas com muitas condições médicas graves têm maior probabilidade de apresentar sintomas persistentes de COVID-19, mas mesmo as pessoas jovens e saudáveis podem sentir indisposição por semanas a meses após a infecção. Os sinais e sintomas mais comuns que perduram ao longo do tempo incluem: Fadiga Falta de ar Tosse Dor nas articulações Dor no peito Dor muscular ou dor de cabeça Batimento cardíaco rápido ou acelerado Perda de olfato ou paladar Problemas de memória, concentração ou sono Erupção cutânea ou queda de cabelo Embora os pulmões sejam definitivamente o primeiro órgão-alvo da infecção por SARS-CoV-2, evidências acumuladas indicam que o vírus pode se espalhar para muitos órgãos diferentes, incluindo o coração, vasos sanguíneos, rins, intestino e cérebro. Por esse motivo, uma abordagem multidisciplinar torna-se crucial para a avaliação e o acompanhamento dos pacientes com Covid-19. Não se sabe por que a recuperação de algumas pessoas é prolongada. A presença persistente do vírus no sangue devido a uma resposta fraca ou ausente de anticorpos, recidiva ou reinfecção, reações inflamatórias e outras reações imunológicas, descondicionamento e fatores mentais, como estresse pós-traumático, podem contribuir. Sequelas respiratórias, musculoesqueléticas e neuropsiquiátricas de longo prazo foram descritas para outros coronavírus (SARS e MERS), e estas têm paralelos fisiopatológicos com Covid-19 pós-aguda. Ainda não temos evidências robustas para a recuperação de cada sintoma, mas a ciência já mostrou algumas técnicas e manejo clínico e nutricional que podem contribuir para a recuperação do organismo pós-infecção pelo Covid-19. Vamos abordar algumas delas, como técnicas de respiração, retomada de exercícios físicos e nutrição para fortalecimento da imunidade. Técnicas de respiração Cerca de 80% do trabalho respiratório é feito pelo diafragma. Após a doença ou o descondicionamento geral, o padrão respiratório pode ser alterado, com redução do movimento diafragmático e maior utilização dos músculos acessórios de pescoço e ombro. Isso resulta em respiração superficial, aumentando a fadiga e a falta de ar, e maior gasto de energia. Técnicas de “controle respiratório” visam normalizar os padrões respiratórios e aumentar a eficiência dos músculos respiratórios (incluindo o diafragma), resultando em menos gasto de energia, menos irritação das vias aéreas, fadiga reduzida e melhora da falta de ar. Uma das técnicas usadas para o controle da respiração é a seguinte: O paciente deve sentar-se em uma posição apoiada e inspirar e expirar lentamente, de preferência inspirando pelo nariz e expirando pela boca, enquanto relaxa o peito e os ombros e permite que a barriga se eleve; Objetivo deve ser uma relação inspiração / expiração de 1:2 (ou seja, leve o dobro do tempo da inspiração na expiração: se inspirou por 5 segundos, expire por 10 segundos, por exemplo); Essa técnica pode ser usada com frequência ao longo do dia, em intervalos de 5 a 10 minutos (ou mais, se for útil). Diversas são as técnicas usadas como estratégias para controlar os padrões de respiração e falta de ar dos pacientes, mas requerem aconselhamento especializado para identificar qual é mais adequada para cada paciente. Yoga pode ser uma grande aliada para ajudar na respiração, Retomada de exercícios físicos Exercícios físicos moderados podem ser grandes aliados na recuperação. Todavia, é importante ressaltar que o retorno deve ser gradual e de preferência com acompanhamento de profissionais habilitados, tanto médico como profissional de educação física. Cada caso impõe recomendações diferentes. Para pessoas com sintomas sanguíneos, é recomendado começar com exercícios de baixa intensidade e logo diminuir o sedentarismo, pois reduzirá os riscos de formação de coágulos sanguíneos. Já aqueles que apresentaram sintomas respiratórios como pneumonia devem descansar por pelo menos uma semana após o desaparecimento total dos sintomas, retornando gradualmente à atividade física com ênfase no monitoramento da respiração. Pessoas com sintomas cardíacos devem ser monitorados ainda mais de perto neste retorno à atividade física. Algumas das orientações ao retorno de atividades físicas, baseadas em evidências científicas indiretas, são: Sintomas muito leves: limite a atividade a caminhada lenta ou equivalente nos primeiros dias. Aumente os períodos de descanso se os sintomas piorarem. Evite treinamento de alta intensidade nas primeiras semanas. Sintomas persistentes (como fadiga, tosse, falta de ar, febre): limite a atividade a 60% da frequência cardíaca máxima até duas a três semanas após a resolução dos sintomas. Pacientes que necessitaram de oxigênio precisam de avaliação respiratória antes de retomar o exercício. Pacientes que tiveram envolvimento cardíaco precisam de avaliação cardíaca antes de retomar. É muito importante ouvir o seu corpo e ter uma retomada de exercícios físicos mais lenta e gradual. Mas lembre-se que no tempo ideal, é fundamental o seu retorno! Nutrição: aliada ou vilã da recuperação A dieta ocidental típica consiste em grandes quantidades de gordura saturada, carboidratos refinados e açúcares e baixos níveis de fibras, gorduras insaturadas e antioxidantes. Esse padrão alimentar leva a uma toxicidade, induzindo a um estado inflamatório crônico, um vilão na recuperação da infecção pelo Covid-19, pois levará a um sistema imune menos competente. Essa inflamação crônica pode ser um dos contribuintes para implicações na função neurológica. Numa pessoa que já tem certo grau de neuroinflamação, o combate do sistema imune à infecção pelo Covid-19 pode exacerbar essa neuroinflamação, levando a sintomatologias como problemas de memória, concentração ou sono. Já o consumo de grandes quantidades de fibras, grãos inteiros, gorduras insaturadas e antioxidantes mostrou aumentar a função imunológica. Na verdade, estudos mostram que consumir alimentos saudáveis tem um efeito antiinflamatório rápido, podendo ser um grande aliado na recuperação. Ou seja, o ideal é investir no consumo de frutas e verduras variadas. Foi estabelecido que o sistema imunológico integrado e complexo precisa de vários micronutrientes específicos, incluindo vitaminas A, D, C, E, B6
10 motivos para fazer natação no inverno!

Manter a regularidade nas aulas de natação é importante em qualquer época do ano, até mesmo no inverno! Isso porque quando o aluno decide dar aquela “pausa” nos treinos, todos os resultados para os quais ele tanto se dedicou, vão “por água abaixo”. Além de ser um dos esportes mais completos, a natação é uma forma divertida, saudável e desafiadora de se exercitar, por ser praticada na água, despertando uma sensação de prazer e bem-estar. E já que a motivação, ou melhor, a falta dela, é o que faz muita gente ficar embaixo das cobertas no frio, decidimos listar 10 motivos para você fazer natação no inverno, sem perder o ânimo! Confere aí: CONTROLE DE PESO A natação é um dos melhores métodos de queima de calorias, manutenção e controle do peso. A queima de calorias depende da frequência e intensidade do treino. Por isso, mesmo no inverno, época em que as pessoas tendem a comer mais e reduzir a prática de atividades físicas, o esporte é ideal. CONDICIONAMENTO FÍSICO Além de ajudar a perder gordura, a natação contribui para o fortalecimento dos músculos: abdômen, lombar, pernas, panturrilhas, costas e braços. Além disso, pelo fato da água ser 12 vezes mais densa do que o ar e o nadador ter que se propulsionar na água, ele ganha mais resistência. RESPIRAÇÃO Com a chegada do frio, geralmente começam a surgir os problemas respiratórios, como gripe e resfriados, além de aumentar os sintomas de quem sofre com asma ou rinite. Por ser praticada em um ambiente úmido, a natação pode ajudar a reduzir e prevenir os sintomas de asma. Também é responsável por fortalecer os músculos torácicos, aumentando a elasticidade e o volume dos pulmões devido a prática de exercícios de respiração e ampliando a capacidade de absorver oxigênio. CORAÇÃO Os movimentos corporais de braços, pernas e tronco, associados ao trabalho respiratório na água, fortalecem a musculatura cardíaca, eliminando a gordura existente ao redor do coração. Desta forma, ele fica mais forte, diminuindo a incidência de doenças cardiovasculares, já que ocorre um aumento na capacidade de bombear sangue pelo corpo, estimulando também a circulação sanguínea, devido à pressão da água. GESTAÇÃO SAUDÁVEL Para as futuras mamães, a regularidade é ainda mais importante. Afinal, as aulas de hidroginástica só têm benefícios a oferecer. Durante as atividades, é realizado um trabalho aeróbico para o fortalecimento de todos os grupos musculares, equilíbrio, alongamento e exercícios respiratórios que visam melhorar a circulação da gestante. Um sono mais tranquilo e melhoria na postura corporal também são benefícios trazidos pela realização da hidroginástica na gestação DORES NAS COSTAS? Se você é o tipo de pessoa que sofre com dores nas costas, saiba que a natação pode ajudar – e muito! – a aliviar este incômodo. Durante as aulas, você estará trabalhando para aliviar as dores musculares e melhorando as articulações e a musculatura, tornando-a mais enrijecida. Dentro da água é possível tirar um peso significativo da coluna, devido as propriedades do ambiente, livre de impacto. Assim, você ganha mais resistência e amplitude de movimentos. Além disso, a prática do exercício ajuda na saúde do coração. REDUZ O RISCO DE DIABETES Para diminuir os índices de diabetes, nada melhor do que os exercícios aeróbios. Um treino intenso de natação, pode queimar até 700kcal, reduzindo aproximadamente 10% o risco de contrair diabetes do tipo 2. MELHORA DO COLESTEROL Por ser uma atividade altamente aeróbia, cabe a natação conseguir balancear os níveis de colesterol no organismo, aumentando o nível do HDL, o colesterol bom! Além disso, também consegue manter as nossas artérias saudáveis e renovadas. NOITES BEM DORMIDAS Em meio aos inúmeros benefícios que os exercícios físicos podem trazer aos praticantes, em termos de longevidade e bem-estar, um deles é o combate à insônia, que está muito associada ao stress do dia-a-dia. Entretanto, para que haja sucesso, eles devem ser realizados de forma regular. AUTOESTIMA ELEVADA! Nadar libera a sensação de independência, segurança e liberdade, resultando em um conjunto de relaxantes mentais. Investigadores da Universidade da Carolina do Sul seguiram 40.547 homens e mulheres, com idades entre 20 e 90 anos, durante 32 anos e descobriram que aqueles que nadavam tinham uma taxa de mortalidade inferior em 50% em relação a corredores, praticantes de caminhada e sedentários. Venha para a Companhia Forma e matricule-se! https://www.amaralnatacao.com.br/10-motivos-para-fazer-natacao-inverno/ Photo by Guduru Ajay bhargav from Pexels
Relação entre atividade física e alimentação

Quando o assunto é saúde, a dupla, alimentação equilibrada e atividade física regular, sempre precisam andar juntas. Para aqueles que praticam alguma atividade física com regularidade, a alimentação é um fator fundamental para garantir um bom resultado. Por isso, ela deve ser equilibrada e completa, permitindo que o corpo realize todas as suas funções adequadamente e alcance um bom desempenho. Uma correta nutrição ajuda a evitar a fadiga, aperfeiçoa o período de recuperação, diminui o risco de lesões, além de garantir a correta reposição dos estoques de energia. Por outro lado, não atingir as demandas nutricionais adequadas pode prejudicar a recuperação pós-treino e comprometer a saúde dos indivíduos. Por isso, é indispensável o acompanhamento de um nutricionista para avaliar quais nutrientes deverão ser inseridos na alimentação do praticante, de forma que ele alcance seus objetivos sem desenvolver uma carência nutricional. Você não deve fazer qualquer atividade física sem uma alimentação balanceada. Em qualquer atividade física, você estará gastando energia, e seu organismo necessitará de uma reposição equilibrada em macro e micro nutrientes. A alimentação saudável é indispensável para a atividade física, assim como a atividade física é indispensável para uma vida saudável. Uma alimentação saudável ocorre quando é adequada e variada. A atividade física regular pode lhe ajudar a atingir e manter um peso saudável. Vamos fazer as duas coisas??? Venha para a Companhia Forma que a gente vai te ajudar 😉 Fonte: https://www.sulinfoco.com.br/ Foto de RODNAE Productions no Pexels
8 doenças causadas pela má alimentação e dicas para evitá-las

Sabe aquele ditado popular: “você é o que você come”? Ele tem total fundamento, já que uma má alimentação traz malefícios para a saúde. Veja abaixo as doenças que uma dieta desregrada pode provocar. Obesidade Doença causada por uma alimentação rica em gordura, açucarada e com excesso de proteína. Gastrite É a inflamação aguda ou crônica da mucosa que reveste as paredes internas do estômago. Pode ocorrer quando a pessoa faz poucas refeições ao dia com grande volume de alimentos e com grande intervalo entre cada refeição. Colesterol elevado O aumento de colesterol na corrente sanguínea pode ocasionar entupimento de veias e artérias causando o infarto e derrame. O colesterol vem de duas fontes: do organismo e dos alimentos que você ingere. Hipertensão arterial Doença que surge devido ao excesso de sal na alimentação. Desnutrição Doença que surge devido a uma alimentação com baixa de calorias e nutrientes. Doenças generativas Surgem devido à prática de uma alimentação com alto teor de gorduras saturadas, colesterol e ao elevado consumo de calorias. Prisão de ventre Problema de saúde derivado do consumo excessivo de alimentos refinados, como a farinha, o açúcar, a carne, as gorduras. E também devido ao consumo insuficiente de fibras de vegetais e frutas. Anemia nutricional Doença resultante da insuficiência do consumo de ferro e ácido fólico, devido ao consumo excessivo de açúcares, gorduras e alimentos refinados. Saúde Segundo o nutrólogo Máximo Asinelli, da Clínica Asinelli, “pular refeições, comer alimentos ricos em gorduras, consumir alimentos industrializados em excesso e outras atitudes desse tipo diminuem a disponibilidade de nutrientes que são necessários ao bom funcionamento do organismo, o que resulta no processo de doença”, explica. Gorduras saturadas, frituras e carne vermelha gorda são os alimentos que mais levam tempo para serem digeridos. “Os alimentos que são de difícil digestão exigem muito mais do organismo, justamente porque requerem um gasto energético muito maior para a sua metabolização. Portanto, se você quer evitar a indisposição, procure consumir alimentos mais leves”, orienta. Além disso, verduras com a tonalidade verde-escuro, como couve, brócolis, escarola e espinafre, não podem faltar, pois são ricas em vitamina A, E , D e Ácido fólico. “Ainda que pareça mentira, a maior parte dessas doenças pode ser prevenida no âmbito da própria casa, aplicando-se regras simples: a força de vontade”, finaliza o nutrólogo. Fonte : https://www.hojeemdia.com.br/ Foto de cottonbro no Pexels