Três em cada cem mortes no país podem ter influência do sedentarismo

Praticar esportes é fundamental para o corpo e para a mente e ajuda a prevenir doenças como diabetes e hipertensão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo O Ministério da Saúde faz um alerta: três em cada 100 mortes registradas no país podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, apontam que dos 1,3 milhão de óbitos registrados em 2017, 34.273 mil estão relacionados às doenças como o diabetes, o câncer de mama e o de cólon e cardiovasculares. Males que estão relacionados à falta da atividade física no dia-a-dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo. Praticar esportes, sejam de baixo ou de alto impactos, é fundamental para o corpo e para a mente. Além de prevenir as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) ligadas ao excesso de peso, como a hipertensão e o diabetes; as cardiovasculares e a alguns tipos de cânceres, o exercício regular desencadeia uma série de efeitos benéficos ao corpo. Além disso, caminhada, lutas e outras modalidades esportivas melhoram o condicionamento físico, auxiliam o controle de peso, alivia o estresse, melhora a qualidade do sono, entre outros benefícios que podem ser observados. Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017) apontam que 37% dos brasileiros que moram nas capitais praticam atividade física pelo menos 150 minutos por semana, o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os homens (43,4%) se exercitam mais do que as mulheres (31,5%). A faixa de 18 a 24 anos é a mais ativa, 49,1% da população tem o esporte inserido no cotidiano, seguidos pelos de 25 a 34 anos (44,2%). O levantamento também aponta que 47% dos brasileiros que praticam atividade física possuem 12 anos ou mais de escolaridade, enquanto 23,3% têm de 0 a 8 anos de escola. As capitais brasileiras onde se pratica mais atividade física são: Distrito Federal (49,6%), Palmas (45,9%) e Macapá (45,5%) enquanto São Paulo (29,9%), João Pessoa (34,45) e Recife (35,2%) têm os piores índices. EVITANDO O SEDENTARISMO Um dos incentivos do Governo Federal para a prática de atividade física, é o Programa Academia da Saúde. Por meio de recursos financeiros, os municípios recebem recursos para financiar a implantação de polos que contam com uma infraestrutura e equipamentos adequados; e profissionais qualificados para promover práticas corporais e atividade física, promoção da alimentação saudável e educação em saúde. Além das práticas corporais (dança, jogos, aeróbica, dentre outros), que vão estimular o movimento, o gasto energético, o autoconhecimento, o equilíbrio e outros componentes da produção do cuidado devem ser incentivados e promovidos nos polos, como as práticas integrativas e com grupos multiprofissionais que vão auxiliar e monitorar os usuários. Importante se exercitar, né??? Então não fique parado, venha para a Companhia Forma! Fonte : http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude (Por Victor Maciel, da Agência Saúde) / Foto : By Pixabay
Seu pequeno ainda está em casa, sem atividade? Então traga ele para a Natação, pode confiar!!!

Natação é a atividade mais segura para as crianças retornarem ao esporte. Os esportes estão fazendo cada dia mais falta na rotina das crianças. Durante a pandemia, assim como os adultos, os pequenos tiveram que suspender todos os exercícios, as aulas presenciais e contato com outras pessoas, para evitar o contágio do coronavírus. Após meses de isolamento e flexibilidade de algumas atividades, especialistas apontam a natação como o exercício mais seguro para o retorno ao esporte, além de ter inúmeros benefícios para o desenvolvimento infantil. Segundo um estudo publicado na Espanha, não há evidências do contágio dentro das piscinas, desde que sejam tomadas todas as medidas de tratamento e segurança, dentro e fora da água. O tratamento correto destrói o vírus, se estiver na água. Já no entorno das piscinas, todo cuidado precisa ser tomado. Dentre as medidas estão: restrições no uso dos vestiários, redução da capacidade de alunos, limite de apenas um acompanhante por criança, o não compartilhamento de materiais, higienização dos acessórios com produtos especializados pré e pós o uso, além da utilização de face shield por professores, etc. “Além de diminuir o estresse, por liberar endorfina, o hormônio do bem-estar, a natação traz inúmeros benefícios para as crianças, como o a melhora da psicomotricidade, prevenção e combate a obesidade, fortalecimento da capacidade cardiorrespiratória e a prevenção de acidentes.” afirma a Doutora Fátima Ramos, médica pediatra, que tem seu filho César Ramos, de 5 anos, matriculado e praticando natação na Academia Companhia Forma. Na Companhia Forma estamos seguindo os mais rígidos padrões de segurança, para que você e sua família possam retornar às atividades com muita tranquilidade e saúde. Venha conferir!!! E para saber mais sobre nossas medidas de segurança, assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=egYAW34Kjcc&feature=youtu.be Fonte: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/cienciaesaude/2020/10/natacao-e-a-atividade-mais-segura-para-as-criancas-retornarem-ao-espor.html
Saiba porque a natação é uma prática segura durante a pandemia!

Muitos meses se passaram desde o começo da pandemia, que trouxe severas consequências para os amantes das atividades físicas. Academias fechadas, parques com portões lacrados, esportes coletivos proibidos, e na natação não foi diferente. Com os clubes, áreas sociais de condomínios e locais especializados para a prática inacessíveis aos praticantes, os atletas se viram em um beco sem saída, pelo menos até os últimos dias quando alguns desses locais começaram a reabrir. Com os estudos sendo cada vez mais precisos e com toda a flexibilização da quarentena, será que a natação é a prática mais segura durante a pandemia? Para responder não apenas a esse questionamento, mas tirar também outras dúvidas sobre a modalidade, conversamos com o educador físico Welton Guerin. “Durante os meses antes da flexibilização, sem dúvidas, o setor aquático foi um dos mais afetados pela pandemia. Conforme as outras modalidades poderiam realizar as lives e treinos online, a natação foi impedida de utilizar tais plataformas, embora muitos profissionais realizavam treinamentos à seco, simulando exercícios da natação. O que os profissionais fizeram para manter as pessoas conectadas foi estudar e enviar links e meios das pessoas ficarem conectadas com a modalidade”, comenta. Mas já é realmente seguro voltar às piscinas? De acordo com um estudo publicado na Espanha, não existem evidências do contágio do novo coronavírus em piscinas. O que se sabe é que todo o cuidado precisa ser tomado no entorno das mesmas, mas que dentro da água (desde que tomadas todas as precauções necessárias) não há risco de contágio. Na Companhia Forma, aplicamos um PROTOCÓLO RÍGIDO DE SEGURANÇA nas piscinas. A água é tratada com um equipamento que utiliza o cloreto de sódio (sal) como matéria prima, transformando-o em hipoclorito de sódio (cloro natural) sem aditivos químicos que podem causar algum tipo de alergia à algumas pessoas. Além disso, todos os dias é feito um acompanhamento de Ph, alcalinidade e dureza cálcica garantindo a qualidade da água. Todos os materiais usados, bordas da piscina e corrimão são higienizados após cada aula com peróxido de hidrogênio (desinfetante hospitalar) extremamente eficaz contra qualquer vírus ou bactérias, como também o Coronavírus. “O tratamento correto mata o coronavírus e talvez a natação se torne o esporte mais seguro no período pós pandemia, por se tratar da única modalidade esportiva em que o participante está totalmente envolvido no fluido que higieniza e mata o vírus. Além, é claro, de não existir um contato direto entre os participantes”, frisa o educador. Então está esperando o que??? Venha para a Companhia Forma praticar sua natação, tranquilo e com toda a segurança!!! Fonte: https://www.webrun.com.br/natacao-pratica-segura-durante-a-pandemia/
Mexa-se para se proteger da Covid-19

Suar a camisa é essencial na prevenção e no controle de fatores que levam às complicações do coronavírus. Saiba por que e como se exercitar com segurança. Grupos de risco. Seis meses após o novo coronavírus ter dominado o noticiário e nossa rotina, você já deve ter alguma familiaridade com esse termo. No caso da Covid-19, estamos falando das pessoas mais velhas ou com alguma doença crônica como obesidade, hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e respiratórios, entre outros. Em comum, quando elas são infectadas pelo vírus, seu organismo não consegue combatê-lo com tanta eficiência e, aí, os sintomas e as reações indesejadas pioram. Mas, antes que você pense algo como “Ah, eu me cuido e não faço parte desse grupo”, tenha em mente que mais da metade dos adultos brasileiros (86 milhões de cidadãos) apresenta ao menos um dos fatores de risco para uma evolução grave da Covid-19. Nesse mundo de gente, muitos nem sequer sabem que possuem um problema crônico — tem desde quem encare o excesso de peso como algo sem relação com a saúde até quem não desconfie da pressão ou da glicose elevadas porque elas são silenciosas. Mas estar ciente dessas questões, e ajustar o dia a dia para administrá-las, faz diferença até diante do coronavírus. Boa parte das complicações seria evitada se doenças prévias estivessem sob controle. E uma das formas mais simples, eficazes e, por que não, prazerosas de prevenir ou domar tais condições é mexer o corpo. “Temos observado que indivíduos mais ativos se recuperam mais rapidamente da Covid-19 que os sedentários. Hoje é obrigação do médico recomendar fortemente exercícios para o controle das doenças crônicas”, afirma o cardiologista e médico do esporte Nabil Ghorayeb. A lista de benefícios da prática regular de atividade física é extensa e tem bônus na pandemia. “Quando nos exercitamos, o corpo produz substâncias anti-inflamatórias, e isso é crucial se levarmos em conta que pacientes graves de Covid-19 desenvolvem um processo inflamatório intenso”, explica Antônio Lancha Jr. Botar o esqueleto em movimento não só ajuda a equilibrar a imunidade como trabalha o diafragma e os músculos intercostais, importantes ao sistema respiratório e na recuperação de um eventual ataque do do coronavírus. Se você já praticava alguma atividade, siga com ela, fazendo as adaptações necessárias. Caso contrário, ainda mais na presença de um problema de saúde crônico, consulte o médico antes dos primeiros passos e conte com um educador físico para orientar os treinos. Esse cuidado é bem-vindo para malhar respeitando suas particularidades e seus limites. Falando neles, os especialistas não recomendam querer superá-los agora. Enquanto exercícios moderados melhoram nossa resistência a vírus e bactérias, treinos muito intensos podem comprometer o sistema imune — e o momento já não é dos melhores para isso. Ao longo da reportagem, indicamos alguns caminhos para você controlar os principais fatores de risco da Covid-19 com a ajuda da atividade física e respondemos às dúvidas mais comuns de quem já está se mexendo ou pretende começar já… Leia mais em: https://saude.abril.com.br/fitness/mexa-se-para-se-proteger-da-covid-19/ Foto de Anna Shvets no Pexels
Não fique parado!!! Estudo investiga se sedentarismo intensifica sintomas da covid-19

A hipótese levantada pelos pesquisadores é a de que pessoas fisicamente mais ativas tenham desfechos melhores. Um grupo de pesquisadores brasileiros está realizando um estudo para entender se existe relação entre o sedentarismo e a chance de hospitalização dos pacientes de covid-19. O questionário também busca entender a relação entre a quantidade de atividade física ou exercícios praticados pelo doente antes de ser infectado e a intensidade dos sintomas. A pesquisa está sendo realizada pelo Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo) em parceria com pesquisadores da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Os resultados devem sair em dois meses. Para verificar essa relação, os pesquisadores colocaram como pergunta central do estudo a necessidade de internação, mas também vão verificar o tempo de internação, a necessidade de utilização de respiradores e a intensidade dos sintomas. Santos explica que a pesquisa diferencia atividades físicas de exercícios e a quantidade de horas semanais praticadas antes da situação de quarentena. “Atividade física pode ser ir a pé para o trabalho, trocar o carro pela bicicleta, fazer uma caminhada até o mercado, já o exercício são os treinos em academia, musculação e esportes.” O questionário está sendo realizado digitalmente e ficará disponível para respostas até atingir a amostragem de 1061 respondentes. Qualquer pessoa que tenha contraído o novo coronavírus pode responder o questionário neste link. “Nossa hipótese é a de que pessoas fisicamente mais ativas tenham desfecho melhores.” O pesquisador explica que o estudo é importante, primeiramente por esclarecer como o corpo humano se comporta diante de um vírus totalmente novo. “Isso pode ser utilizado inclusive para nortear políticas públicas. A gente vê em alguns países, que têm essa preocupação com a atividade física da população, a instalação de mais ciclovias do que vias para carros, mais parques públicos.” Segundo Santos, os resultados podem abrir perspectivas para mais desdobramentos dos estudos. “Podemos fazer estudos mais específicos, sobre o mecanismo. A gente sabe, por exemplo, que esse vírus se liga em um receptor muito específico das células, em um segundo momento podemos fazer uma pesquisa com coletas biológicas dos pacientes.” Fonte: https://noticias.r7.com/saude/estudo-investiga-se-sedentarismo-intensifica-sintomas-da-covid-19-27062020 Foto: Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
Estudo mostra que, respeitando todas as medidas de prevenção, as academias não aumentam as chances de contaminação por COVID-19

Estudo mostrou que não houve aumento da propagação do COVID-19 nas academias quando medidas preventivas, como distanciamento social e medidas de higiene, foram respeitadas Um estudo acadêmico de larga escala concluiu que “não existe ameaça de aumento da propagação do COVID-19” nas instalações de fitness, mesmo quando ocorre treinamento intensivo. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oslo, liderada pelo professor Michael Bretthauer, investigou a transmissão do SARS-CoV-2 (o vírus responsável pelo COVID-19) – e se era atribuível às academias. “Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de academias”, disse Bretthauer. A pesquisa – a primeira do gênero na Europa – estudou 3.764 membros do público, com idades entre 18 e 64 anos, que não tinham comorbidades relevantes ao COVID-19. Aproximadamente metade (1.896) das pessoas teve acesso a academias, enquanto a outra metade (1.868) – um grupo de controle – não. Os primeiros tiveram acesso a cinco academias – SATS Sjølyst e CC Vest (dois clubes de saúde pertencentes ao gigante nórdico do fitness SATS), STOLT Stovner e Rommen (ambos operados pela cadeia de academias STOLT. As instalações foram abertas a partir de 22 de maio de 2020 especificamente para o estudo – enquanto a Noruega ainda estava presa – e as atividades disponíveis nas academias incluíam serviços que os clubes normalmente forneciam, desde pisos de academias a aulas em grupo (incluindo spinning e yoga). Aqueles que visitavam uma academia tinham que seguir as diretrizes de prevenção de vírus elaboradas pelo Instituto Norueguês de Saúde Pública. Eles incluíam distanciamento social (um metro para exercícios no chão, dois metros para aulas de alta intensidade), além de melhorar a higiene das mãos e da superfície, enquanto todas as estações de treino eram fornecidas com desinfetantes para que fossem limpos após cada uso pelo membro. A equipe da academia também controlava o acesso às academias, para garantir medidas de distância e evitar a superlotação. Os vestiários estavam abertos, mas os chuveiros e saunas estavam fechados. A equipe de pesquisa testou cada pessoa quanto a SARS-CoV-2 por amostragem auto-administrada de naso, orofaringe e escarro após duas semanas – e doença clínica por ligação a registros eletrônicos de pacientes após três semanas. No grupo que treinou em uma academia, 81,8% treinaram pelo menos uma vez e 38,5% visitaram uma academia seis vezes ou mais, com o restante variando entre essas duas medidas. Dos 3.016 indivíduos que retornaram os testes de SARS-CoV-2 PCR, houve um teste positivo, mas enquanto o indivíduo positivo fazia parte do “grupo da academia”, eles não haviam visitado a academia antes do teste positivo e rastreamento de contato constatarem que eles foram realmente infectados no local de trabalho. Durante o estudo de três semanas, não houve visitas ambulatoriais ou internações devido ao COVID-19 em nenhum dos grupos. Além disso, dos 91 funcionários que trabalharam nas instalações de treinamento durante o período experimental e concordaram em fornecer dados, 83 (91,2%) foram testados para SARS-CoV-2 e nenhum foi positivo. Em conclusão, as pesquisas declararam: “Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de instalações de academia, fornecendo boas rotinas de higiene e distanciamento social. “Pela lei de emergência, todas as instalações de treinamento foram fechadas na Noruega durante a pandemia. O fechamento foi justificado pelo pressuposto de que a atividade de treinamento nas instalações aumentaria o risco de transmissão de vírus entre os membros das instalações e, portanto, a doença de COVID-19 entre os membros, funcionários e comunidade. “No entanto, medidas básicas de higiene das mãos e de distanciamento social – assegurando uma distância de 1 a 2 metros entre os indivíduos – são medidas comprovadas e importantes de proteção à transmissão de vírus. Elas são baratas, fáceis de aplicar e não exigem grandes recursos”. “Durante a pandemia do COVID-19, os países introduziram o fechamento de importantes atividades da sociedade porque se supunha que as medidas simples não seriam suficientes para conter a transmissão de vírus. “No entanto, se a contenção de vírus, incluindo rastreamento de quarentena e contato, higiene das mãos e medidas pessoais de distanciamento social forem suficientes para impedir a disseminação do vírus, o fechamento poderá ser evitado e, portanto, prejudicado. “Nosso estudo procurou testar se o fechamento de academias é necessário ou se as instalações abertas podem fornecer higiene e distanciamento social suficientes para impedir a propagação do vírus. “Se medidas de higiene e distanciamento pudessem ser alcançadas, assumimos que seria seguro abrir academias e instalações de treinamento. “Como mostram nossos resultados, não houve aumento de doenças relacionadas ao COVID devido à abertura de academias e instalações de treinamento”. CLIQUE AQUI E VEJA O VÍDEO QUE MOSTRA TODAS AS REGRAS DE SEGURANÇA QUE A COMPANHIA FORMA VAI ADOTAR NO RETORNO DAS ATIVIDADES: Fonte: https://www.healthclubmanagement.co.uk/health-club-management-news/COVID-19-SATS-STOLT-EVO-Fitness-Michael-Bretthauer-University-of-Oslo/345783
Largue o sedentarismo e proteja-se de 9 doenças

Veja porque os exercícios contribuem para um coração forte e emoções equilibradas. Pouco tempo, preguiça, vergonha de encarar a academia ou falta de dinheiro são motivos comuns para correr dos exercícios. Mas nenhum deles ganha – ou deveria ganhar! – da lista de benefícios que você usufrui quando começa um treino regular. “O sedentarismo favorece uma série de doenças, além de agravar muitos problemas de saúde. Combatê-lo é uma forma de viver mais e melhor”, afirma o endocrinologista Paulo Rosenbaum, do Hospital Albert Einstein. Diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e até problemas emocionais são controlados com um treino bem elaborado. Não à toa, para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado uma doença e seus males podem ser comparados aos do tabagismo. Assim, apresentamos aqui uma lista de inimigos que você deixa para trás quando começa a mexer o corpo – nem precisa correr muito, basta manter o pique moderado e frequente e nenhuma deles vai conseguir te alcançar. Ansiedade Tensão constante, preocupação, medo e até falta de controle sobre as próprias ações são alguns dos sintomas dos transtornos de ansiedade. Todas essas condições são intensificadas pelo sedentarismo, pois há inibição da produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam uma sensação relaxante e de bem-estar, explica o médico do esporte Ricardo Nahas, do Hospital 9 de Julho. Assim, quem pratica exercícios consegue lidar melhor com a ansiedade e até tem uma noite de sono mais tranquila e ganhando produtividade durante o dia. Diabetes Segundo o endocrinologista Paulo, o aumento da gordura localizada, principalmente na região abdominal, é um dos principais fatores que levam ao quadro de resistência à insulina. “O hormônio sintetizado no pâncreas não consegue mais agir no organismo, fazendo com que o nível de açúcar no sangue fique muito elevado”, explica. A melhor forma de se prevenir contra o diabetes é aliando uma boa alimentação à prática regular de exercícios físicos. Câncer Alguns tipos de câncer, como o de mama e o de próstata, estão diretamente associados à obesidade, uma das principais doenças decorrentes do sedentarismo. Isso porque o excesso de peso aumenta a produção de radicais livres pelo corpo, fazendo com que o organismo não dê conta de combatê-los. Isso origina pequenas inflamações que podem se tornar um câncer. Além disso, pessoas que praticam exercícios também costumam ter hábitos de vida mais saudáveis, como se alimentar de maneira equilibrada e fazer exames médicos rotineiramente. Pressão alta “Indivíduos sedentários obrigam o coração a trabalhar mais: o músculo cardíaco precisa fazer mais pressão para que o sangue consiga correr por todo o corpo, aumentando a pressão arterial”, explica o cardiologista Rui Ramos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, quem realiza atividades físicas não só reduz a pressão como ainda previne contra o aparecimento da doença, pois aumenta a capacidade e a resistência cardiovascular. Obesidade Se o organismo consegue aproveitar tudo o que você come, seu peso permanece estável. Mas se, por outro lado, há excesso no consumo ou falta de estímulos para a queima de energia, o resultado será o ganho de peso. “Cultivar uma alimentação saudável e praticar exercícios, que aceleram o metabolismo, é a receita ideal contra a obesidade”, afirma Paulo Rosenbaum. Osteoporose “Os exercícios ajudam na formação de massa óssea e, por isso, previnem o desenvolvimento da osteoporose”, afirma Ricardo Nahas. Segundo ele, a atividade física também ajuda a fixar o cálcio nos ossos, o que é fundamental para evitar a doença, uma vez que ela é causada pela progressiva descalcificação. Doenças cardiovasculares “Durante a prática de exercícios, o coração aumenta a produtividade, tornando-se capaz de suprir demandas maiores de oxigênio e nutrientes pelas células”, afirma o clínico da Unifesp Paulo Olzon. O sedentário, por sua vez, não estimula o coração, ficando sujeito ao aparecimento de doenças cardiovasculares ocasionadas pelo endurecimento das artérias e pela formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos. Trombose O sedentarismo favorece a formação de trombos (coágulos sanguíneos) nas pernas. A prática de exercícios estimula a circulação e previne o problema de forma natural. “Se você passa muito tempo sentado, organize a rotina para se levantar e fazer breves caminhadas algumas vezes ao dia. Essa é uma maneira simples de estimular a circulação e evitar a trombose”, afirma o cardiologista Rui Ramos. A tática torna-se ainda mais eficiente combinada à prática de exercícios físicos regulares. Depressão ‘O sedentário não tem disposição para executar as tarefas do trabalho, realizar programas de lazer e ainda se entrega mais facilmente a vícios, como o alcoolismo”, afirma o médico do esporte Ricardo. Se você já tem predisposição à depressão, a ausência de atividades físicas acentua ainda mais esta tendência. Por outro lado, aderir a um treino regular pode funcionar como coadjuvante no tratamento da doença. Fonte : https://www.minhavida.com.br/saude Foto from Pexels
Não fique parado! Conheça os problemas causados pelo sedentarismo.

A grande evolução tecnológica surge com a finalidade de facilitar o cotidiano da nação mundial e com isso aparece uma nova doença: o sedentarismo. A facilidade com que se realizam as tarefas diárias faz surgir também a lei do menor esforço. O sedentarismo vem sendo considerado a doença do novo milênio e que é definida como a falta ou a grande diminuição da atividade física e, esta por sua vez, está relacionada com o estilo de vida do indivíduo, tendo como consequência uma regressão dos sistemas funcionais, ou seja, no caso dos músculos esqueléticos uma atrofia nas fibras musculares, perda parcial da flexibilidade articular e também um comprometimento de alguns órgãos vitais. Entre as principais doenças relacionadas ao sedentarismo estão: a hipertensão arterial, obesidade, aumento do colesterol LDL, diabetes mellitos, ansiedade, infarto do miocárdio e grandes possibilidades de morte súbita. Segundo Folha de São Paulo (2003): O sedentarismo custou pelo menos R$ 93,7 milhões aos cofres públicos no Estado de São Paulo no ano de 2002. O valor corresponde a 3,6% do total de gastos em saúde no Estado no ano e a mais da metade do total de gastos hospitalares (R$ 179,9 milhões) com dez problemas de saúde associados à inatividade. Os gastos com internações por doenças cardiovasculares respondem por 85% do custo do sedentarismo. Com o combate ao sedentarismo a população teria inúmeros benefícios para a saúde e sua cidade, pois o dinheiro gasto com as despesas hospitalares poderiam estar sendo investidas em áreas diversas. Um exemplo prático disso vem sendo aplicado em São Paulo na campanha “Agita São Paulo”, melhorando assim a qualidade de vida dos participantes, pois é possível obter melhoras na saúde com um mínimo de 30 minutos de atividade física diárias ou também com um dispêndio calórico semanal acima de 2.200 kcal. Atualmente tornou-se muito difícil ser uma pessoa ativa, mas não impossível. As alternativas para a prática das atividades físicas muitas vezes passam por despercebido ao alcance dos cidadãos. Sugere-se, então, algumas atividades, para que aumente o gasto calórico semanal simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Subir 2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho, dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada rolante no shopping-center, são algumas alternativas que podem compor uma mudança de hábitos. Para iniciar a prática da atividade física esta deve proporcionar em primeiro lugar prazer ao praticante; já a liberação plena para a prática das atividades físicas, particularmente as atividades competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico. No caso de indivíduos portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias, doenças vasculares etc, tanto a liberação quanto a prescrição dos exercícios devem partir do clínico, para o tratamento adequado. Caso ocorra algum tipo de desconforto durante ou após a atividade física ou exercício físico, o mesmo deverá ser avaliado por um profissional da especialidade. Com a prática de um programa de atividade física planejado por um professor de Educação Física é possível: uma redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares; redução da obesidade; da ocorrência de diabetes mellitus, de hipertensão arterial, redução da ocorrência de dislepdemias e redução do stress, aumento da massa muscular e da força muscular, entre outras. Portanto, fica evidenciado que a inatividade física (sedentarismo) está associada ao aparecimento de enfermidades prejudicando toda uma população, então não cabe mais ficar sentado em um sofá esperando a doença chegar, sendo que existem inúmeros meios para que se possam mudar alguns hábitos. Então, não fique parado neste momento, acompanhe nossas lives e mexa-se! Fonte : http://gestaouniversitaria.com.br/artigos/problemas-causados-pelo-sedentarismo Foto de Polina Zimmerman no Pexels
Coronavírus: os 4 pilares para manter a imunidade em dia

Responsável pelas defesas naturais do nosso organismo, o sistema imunológico virou o centro das atenções em tempos de coronavírus. Isso porque, como ainda não temos medicamentos ou vacinas para nos proteger desse novo vírus, combatê-lo depende inicialmente da capacidade de resposta de cada indivíduo à doença, conhecida como covid-19. Sendo assim, mesmo que não impeça ninguém de contrair a doença, ter uma imunidade em dia é vital para ajudar na luta contra a infecção e na recuperação do doente, dizem especialistas. Segundo eles, são quatro os pilares de uma “boa imunidade”: praticar exercícios físicos regularmente, reduzir o estresse, dormir bem e ter uma alimentação balanceada. Importância dos quatro pilares Por que esses quatro pilares são tão importantes? Cada um deles tem um impacto diferente no funcionamento do sistema imunológico. Mas, para isso, é preciso entender o que é o sistema imunológico e como ele funciona. Em linhas gerais, ele é um conjunto complexo de células, tecidos, órgãos e moléculas que cumprem funções específicas em uma resposta coordenada para neutralizar vírus, bactérias, fungos e parasitas — antes que sejam fatais. Diante de uma nova ameaça, o corpo tem de partir do zero e construir as defesas necessárias. Mas, no caso de um vírus, este processo costuma ser mais demorado do que a velocidade com que este tipo de microrganismo se multiplica e infecta células. “É uma corrida, em que o adversário avança mais rápido do que o sistema imunológico é capaz de desenvolver mecanismos de ação para combatê-lo”, afirma o imunologista Renato Astray, pesquisador do Instituto Butantan. Isso não significa, no entanto, que a batalha esteja perdida. O sistema imunológico encontra com o tempo formas de acabar com a ameaça, como vem ocorrendo nesta epidemia de coronavírus. Como nossa imunidade é afetada Sendo assim, quando dormimos pouco ou nos alimentamos mal, isso afeta o funcionamento de nosso sistema imunológico de diferentes maneiras. O mesmo ocorre quando deixamos de praticar atividades físicas ou sofremos estresse. “Todos esses pilares são importantes, mas destaco a necessidade de dormimos bem. É durante o sono que temos maior produção de células de defesa pela medula óssea. Estudos mostram que dormir menos de cinco horas por noite aumenta em quatro vezes a chance de desenvolver infecções respiratórias, como gripes e resfriados”, diz. “Portanto, se você não está dormindo suficientemente, não está dando ao corpo a chance de se recuperar.” Já ao praticarmos atividade física de intensidade moderada, liberamos hormônios que ajudam a regular nosso sistema imunológico. Por outro lado, quando não nos estressamos, nosso corpo deixa de produzir substâncias que o prejudicam. Por fim, ao seguirmos uma dieta balanceada, ajudamos a fornecer energia para o bom funcionamento de nossas células de defesa. Então não fique parado nessa quarentena!!! Acompanhe as aulas que estamos preparando especialmente para você nas mídias sociais e mantenha seu sistema imunológico em dia. Veja a matéria completa em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-51937410 Foto de cottonbro no Pexels
Excesso de gordura prejudica o cérebro e pode provocar doenças

Consumo excessivo destrói os neurônios e faz a pessoa querer comer mais. Além disso, o excesso causa problemas cardiovasculares e nas artérias. Todo mundo sabe que comer um sanduíche com mortadela, salsicha ou linguiça é uma delícia. Mas é preciso cuidado porque esses alimentos são gordurosos e, se consumidos em excesso, podem causar problemas para a saúde. Além disso, pesquisas mostram que o consumo excessivo da gordura saturada de origem animal provoca uma inflamação no hipotálamo, a região do cérebro que controla a fome e a saciedade. Isso destrói os neurônios e a pessoa não se sente mais saciada e come mais. Além disso, esse excesso provoca também um “estresse” metabólico das células, que ficam desorganizadas. Por isso, a gordura deixa de ser depositada apenas nas células adiposas e começa a se instalar também em alguns órgãos, como o fígado e o pâncreas. Outro problema do consumo de alimentos gordurosos é a digestão, que é mais lenta, ou seja, a gordura demora mais para ser eliminada do estômago. De acordo com dados do Ministério da Saúde, desde os anos 70, o brasileiro vem mudando sua alimentação com dietas que não atendem às necessidades nutricionais do organismo. O consumo de refrigerante, refeições prontas, misturas industrializadas cresceu, assim como o de alimentos embutidos, como a salsicha, frios e linguiças – aumentou em 300%. A nutricionista Ana Maria Lottenberg recomenda que a gordura represente apenas 30% da alimentação para uma dieta balanceada. Desses 30%, apenas 7% deve ser gordura saturada. Grande parte deve ser de gordura de origem vegetal, que é a menos prejudicial. Por isso, saber qual a quantidade de cada alimento ajuda a se manter dentro da dieta saudável. Em uma fatia de mortadela de 50 gramas, por exemplo, tem 12,5 gramas de gordura total, sendo 5 delas de gordura saturada. Ou seja, 25% desse alimento é gordura. Já uma salsicha, também de 50 gramas, possui 13 gramas de gordura, sendo 4 delas de gordura saturada, o que dá 26% de gordura. Saber escolher o tipo da linguiça também pode ajudar na dieta. Por exemplo, 50 gramas da linguiça toscana tem 9 gramas de gordura, sendo 4 delas saturada. Isso significa 18% de gordura no alimento, um percentual menor do que os outros. Mas, se você preferir a linguiça portuguesa, esse percentual aumenta para 32% e isso já é um número preocupante. Todos esses alimentos são carnes processadas, que não têm ferro e têm poucas vitaminas. Elas têm muito sal, conservantes e gordura e, por isso, não devem ser consumidas com frequência. E é importante lembrar também que, durante um dia inteiro, uma pessoa irá ingerir outras gorduras que, somadas à mortadela, por exemplo, ultrapassarão o consumo recomendado. O modo de preparo também pode interferir nas características do alimento. Por exemplo, a linguiça ganha entre 5 e 8 gramas de gordura se for frita, o que corresponde a mais ou menos 50 calorias a mais na alimentação. A dica é prepará-la no forno, assada, sem usar óleo ou refogá-la com tomate ou cebola e, se quiser, usar um fio de óleo. Para a nutricionista Ana Maria Lottenberg, a gordura trans, que também se chama gordura vegetal hidrogenada, é a mais prejudicial à saúde. Esse tipo de gordura aumenta o colesterol total e o colesterol “ruim”. Em longo prazo, as consequências disso aparecem e podem surgir doenças como infarto e derrame cerebral. Mas a gordura trans ajuda a melhorar a consistência e aumentar a vida de prateleira de alguns produtos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que todos os alimentos tragam em sua embalagem a quantidade de gordura trans presente nas fórmulas. Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/08/excesso-de-gordura-prejudica-o-cerebro-e-pode-provocar-doencas.html Foto de Oliver Sjöström no Pexels