Janeiro começa com tudo. Planos novos, matrícula feita, roupas de treino novas e muita motivação.
Mas quando fevereiro chega, algo muda: a frequência diminui, a empolgação cai e, para muita gente, a academia acaba ficando de lado.
Isso é mais comum do que parece — e não tem nada a ver com preguiça. Tem a ver com diversos fatores que você pode controlar, então vamos entender o que acontece?
Metas altas demais logo no início
Um dos principais motivos da desistência em fevereiro são as metas irreais. Treinar todos os dias, querer resultados rápidos ou tentar seguir a rotina de atletas e influenciadores cria uma pressão enorme. Quando o corpo não responde no tempo esperado, vem a frustração.
Falta de uma rotina definida
Outro problema comum é não transformar o treino em hábito. Treinar “quando dá” funciona por algumas semanas, mas não se sustenta. Fevereiro costuma ser o mês em que a rotina real volta com força — trabalho, estudos e compromissos — e quem não organizou horários acaba deixando o treino para depois.
Excesso de cobrança e comparação
Muita gente se cobra demais. Falta um dia e já pensa que “estragou tudo”. Além disso, a comparação com outras pessoas da academia ou das redes sociais mina a motivação. Cada corpo tem seu tempo, e ignorar isso só gera desânimo.
Falta de acompanhamento adequado
Treinar sem orientação também pesa. Treinos genéricos, dúvidas sem resposta e sensação de não estar evoluindo fazem com que a pessoa se sinta perdida. O acompanhamento profissional faz toda a diferença para manter o foco e ajustar o plano quando necessário.
Fevereiro não é o fim — é o ajuste para o sucesso!
Desanimar em fevereiro não significa fracasso. Na verdade, esse é o momento ideal para ajustar metas, alinhar expectativas e criar uma rotina que funcione a longo prazo. Resultado não vem da perfeição, mas da constância.
Se você sente que a motivação caiu, procure trabalhar os pontos citados acima e não desistir — mude a estratégia. Com orientação, planejamento e apoio, o caminho fica muito mais leve.