10 Benefícios da Hidroginástica para Gestantes

No período da gestação o corpo da mulher sofre diversas alterações, desde a nova postura para acomodar o bebê, até todas as mudanças hormonais. A principal mudança é na musculatura da coluna que, com o peso do bebê, sobrecarrega toda a região abdominal. Com o passar das semanas de gestação aparecem as dores, o desconforto intenso entre outros problemas. A busca pela hidro-gestante é o melhor remédio para relaxar, fortalecer e se exercitar sem medo, pois a atividade é sem impacto e no final da gestação irá ainda auxiliar na hora do trabalho de parto. Benefícios da hidro-gestante: 1 – Aumenta a disposição 2 – Alívio nos desconfortos 3 – Elimina a prisão de ventre 4 – Melhora do humor 5 – Diminui o inchaço 6 – Menos chance de desenvolver diabetes gestacional 7 – Melhora o sono 8 – Regula a ansiedade e estresse 9 – Benefícios para o sistema circulatório 10 – Fortalece a musculatura Os médicos normalmente autorizam a gestante iniciar a prática da hidroginástica à partir do 3º mês de gestação, que é quando a gravidez esta mais segura e sem restrições. Aqui na Companhia Forma, temos uma equipe especializada para cuidar de você no período de atividade na gestação. Além disso, dispomos de 2 piscinas tratadas por sistema de salinização e aquecidas na temperatura ideal para seu total conforto. Entre em contato e agende a sua aula experimental sem compromisso.
Estilo de vida saudável pode reduzir risco genético de morte em 62%, diz estudo

Estudo recente mostrou como uma vida ativa e saudável pode estar relacionada à longevidade, mesmo entre aqueles que têm maior predisposição genética à morte precoce Mesmo que sua genética aumente o risco de morte precoce, um estilo de vida saudável poderia ajudá-lo significativamente a combatê-lo, de acordo com um novo estudo. Esse risco poderia ser mitigado em cerca de 62% em pessoas com predisposição genética, disse o autor principal, Dr. Xue Li, decano da Escola de Saúde Pública da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejian na China. Muitos estudos têm mostrado a conexão entre um estilo de vida saudável e longevidade, e outros têm enfatizado o componente genético na duração da vida, mas o relatório publicado na segunda-feira explorou como os dois se unem. Com dados de mais de 350.000 pessoas e informações sobre sua genética, educação, status socioeconômico e histórico de doenças, este estudo teve uma metodologia forte, disse o Dr. Aladdin Shadyab, professor associado de saúde pública e medicina na Universidade da Califórnia em San Diego. Ele não esteve envolvido na pesquisa. A amostra era composta por pessoas de ascendência europeia, então é limitada nas populações a que pode ser aplicada, acrescentou Shadyab. Os pesquisadores deram a cada indivíduo uma pontuação de risco poligênico, que é uma pontuação que resume a presença de múltiplos genes que impactam a duração da vida humana, de acordo com o estudo. Os participantes do estudo também receberam uma pontuação com base em como aderiam aos princípios de um estilo de vida saudável, e então foram acompanhados por uma média de 13 anos para ver se tinham uma vida curta, intermediária ou longa. Todos, independentemente de seus riscos genéticos, tinham 78% mais chances de morrer prematuramente se tivessem um estilo de vida não saudável, mostraram os dados. E pessoas com tanto um risco genético de vida curta quanto um estilo de vida não saudável tinham o dobro de chances de morrer prematuramente do que aquelas sem risco genético e com estilos de vida mais saudáveis, disse Li, que também é diretor do Instituto Nacional de Ciência de Dados em Saúde e Medicina da Universidade de Zhejiang. Indivíduos com risco genético poderiam estender sua vida útil em até 5,5 anos com um estilo de vida saudável, mostraram os dados. “A adesão a um estilo de vida saudável poderia atenuar substancialmente a redução da duração da vida para indivíduos com susceptibilidade genética a uma vida útil mais curta”, disse Li. Fatores que fizeram diferença O estudo foi observacional, o que significa que ele poderia determinar associações, mas não poderia afirmar com certeza que os comportamentos foram a causa direta das mudanças na duração da vida. Mas os pesquisadores conseguiram identificar quatro fatores que estavam associados ao maior impacto no risco de morte precoce. “O estudo identificou uma combinação de estilo de vida ótimo contendo quatro fatores de estilo de vida – não fumar atualmente, atividade física regular, duração adequada do sono e uma dieta saudável – que ofereciam melhores benefícios para prolongar a vida humana”, disse Li. Sono adequado foi definido no estudo como sete a oito horas por noite. As diretrizes atuais de atividade física para americanos recomendam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada e dois dias de treinamento de força por semana para adultos. O consumo moderado de álcool nos EUA é definido como um limite de duas bebidas por dia para homens adultos e uma bebida por dia para mulheres adultas, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. Fazendo mudanças no estilo de vida Construir um estilo de vida mais saudável pode parecer uma tarefa difícil, mas etapas gerenciáveis podem ajudá-lo a chegar lá. Existem linhas telefônicas de ajuda, aplicativos e grupos de apoio que podem ajudá-lo a parar de fumar. Comprometer-se com dias sem álcool ou até mesmo desafios como o Janeiro Seco ou Outubro Sóbrio pode ajudá-lo a reavaliar seu relacionamento com o álcool e redefinir seus hábitos em relação a ele, disse a jornalista Rosamund Dean, autora de “Mindful Drinking: How Cutting Down Can Change Your Life” [“Beber conscientemente: como reduzir pode mudar sua vida”, em tradução livre]. Para uma vida mais saudável e longa, muitos estudos têm mostrado apoio para a dieta mediterrânea, um estilo de alimentação que se concentra na culinária à base de plantas com ênfase em frutas, vegetais, grãos integrais, feijões, sementes e azeite de oliva. A carne vermelha é usada com parcimônia. Quando se trata de dormir o suficiente, se você não consegue obter aquelas sete ou oito horas de sono, tente estabelecer uma rotina de sono, sair da cama quando não consegue dormir e manter o quarto fresco, escuro e livre de eletrônicos. E se você tentou e não conseguiu construir uma rotina de exercícios que possa seguir, torne-a parte de sua rotina diária, começando devagar e escolhendo uma atividade que você goste para se exercitar. Quer uma ajuda para se organizar com suas atividades físicas? Vêm pra Companhia Forma! https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estilo-de-vida-saudavel-pode-reduzir-risco-genetico-de-morte-em-62-diz-estudo/ Photo by Photo By: Kaboompics.com
6 tipos de atividade física para você experimentar e não desistir

Para ter uma vida mais ativa fisicamente, a chave é encontrar um tipo de exercício que goste e ter constância na prática Não é nenhuma novidade que a atividade física é essencial para a saúde como um todo. Manter o corpo em movimento reduz o risco de diversas doenças cardiovasculares, câncer, obesidade, além de ajudar a aliviar os sintomas relacionados à depressão e à ansiedade. Porém, nem sempre é fácil manter uma rotina de exercícios físicos com constância e disciplina. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda, pelo menos, 30 minutos de atividade física por dia para obter todos os benefícios que uma vida menos sedentária tem a oferecer. Mas o mais importante é manter uma frequência boa de atividades físicas. “Para que se atinja tal constância, o recomendado é realizar uma atividade que goste, assim, irá usufruir dos benefícios do exercício com leveza e harmonia”, explica Cau Saad, professora de educação física e especialista em nutrição esportiva. Se você é daqueles que torcem o nariz para a musculação, saiba que existe uma infinidade de outras possibilidades para movimentar o corpo. “Não há um tipo de atividade ou exercício físico para cada pessoa. O fato de se buscar um caminho para se exercitar, praticar atividades físicas é muito importante e chave para se sair do sedentarismo”, afirma Saad. “Você pode explorar diferentes opções até achar uma que você se sinta bem e, aí sim, com a constância será possível perceber a diferença no humor, disposição e autoestima”, completa. A seguir, com a ajuda da especialista, listamos 6 atividades físicas para você experimentar e não desistir mais de se exercitar. Mas, antes, vale lembrar que é fundamental buscar orientação de um profissional de educação física, além de ter a liberação de um médico para iniciar às atividades físicas. Natação A natação é um exercício aeróbico que trabalha o corpo inteiro, promovendo a melhora do condicionamento físico, o fortalecimento dos músculos, a queima de calorias, o combate ao estresse e o controle de dores crônicas. Além disso, através da natação é possível adquirir uma habilidade que pode ser muito interessante para aproveitar momentos de lazer: aprender a nadar. Muitas pessoas têm aulas logo na infância, mas não existe idade certa para começar. Inclusive, a natação pode ser benéfica para a menopausa e pode promover um envelhecimento saudável. Pilates O pilates é uma das atividades que ajudam no desenvolvimento de força e, por isso, pode ser uma excelente alternativa a quem não gosta de musculação. Exercícios de força são fundamentais para a construção e manutenção da massa muscular, prevenindo a sarcopenia e ajudando na execução de tarefas diárias como erguer objetos, carregar sacolas, entre outras. Estudos já mostraram que o pilates pode melhorar a resistência e a flexibilidade muscular, e a postura corporal, além de reduzir a dor crônica. Dança Se você gosta de dançar, que tal experimentar uma aula coletiva, como zumba, fit dance ou ritmos? A Companhia Forma oferece esse tipo de serviço e pode ser uma excelente forma de queimar calorias, mexer o corpo e, quem sabe, fazer novas amizades. “A dança é uma das melhores maneiras de nos expressarmos e, de quebra, ajuda o nosso corpo em diversos processos fisiológicos e cognitivos”, afirma Saad. Lutas As lutas também são exemplos de treinos resistidos que ajudam no desenvolvimento de força, além de estimularem o maior equilíbrio e coordenação corporal e a queima de calorias. Para somar, as lutas ajudam a liberar quantidades razoáveis de endorfina, podendo auxiliar no alívio do estresse. Existem diversas modalidades que podem ser experimentadas, como boxe, judô, jiu-jitsu, muay thai, capoeira, caratê, taekwondo e kung-fu, entre outras. Existem diversas escolas especializadas em artes marciais e algumas academias também oferecem esse tipo de aula para seus alunos, vale a pena conferir. Funcional Para quem gosta de atividades mais dinâmicas, e que podem ser realizadas em qualquer, o treinamento funcional é uma excelente opção. Ele conta com diversos exercícios que aprimoram movimentos e funções do dia a dia, como correr, sentar, pular, agachar, empurrar, entre outros. Isso permite que vários grupos musculares sejam trabalhados ao mesmo tempo. Você pode realizar esses exercícios com peso do próprio corpo ou com a ajuda de pesos livres como halteres, kattlebell, pneus, barras, e acessórios como elásticos, bolas, fitas de suspensão, cordas, cones etc. Alguns exemplos de exercícios que fazem parte de um treino funcional são: burpee, agachamento, afundo, flexão de braços, abdominais, pular corda, corrida entre cones ou com cinta elástica. Yoga A yoga é uma prática excelente para promover maior consciência corporal, além de promover o equilíbrio entre mente e corpo. “A yoga é uma ótima opção para trabalhar mobilidade, flexibilidade e tônus muscular”. Entre os benefícios da yoga estão a redução do estresse e da ansiedade, alívio de dores, controle dos batimentos cardíacos (por trabalhar exercícios de respiração também), melhora do condicionamento físico e da concentração. Entre em contato com a Companhia Forma e agende sua aula experimental! Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/6-tipos-de-atividade-fisica-para-voce-experimentar-e-nao-desistir/ Foto de Pixabay: https://www.pexels.com
É possível combater o envelhecimento com exercícios físicos?

Enquanto muita gente na faixa de 80 e 90 anos pode estar começando a desacelerar, Irene Obera, de 85 anos, faz o oposto. Ao bater vários recordes mundiais de atletismo na categoria para sua faixa etária, ela simboliza um grupo cada vez maior de “atletas masters” que estão no auge do que é fisicamente possível para uma idade mais avançada. Outro exemplo é John Starbrook, que no ano passado, aos 87 anos, se tornou o corredor mais velho a completar a maratona de Londres. Estudos indicam que a prática regular de exercício físico é mais eficaz que qualquer droga já inventada para prevenir condições que afetam os idosos, como a perda muscular. Para colher todos os benefícios, esse hábito deve ser estabelecido na adolescência ou por volta dos 20 anos. O que podemos aprender com atletas idosos? Estudar os atletas masters – com 35 anos ou mais – nos oferece uma ideia do que é fisicamente possível à medida que envelhecemos. Uma análise do tempo dos recordes mundiais para cada faixa etária revela, como era de se esperar, que a capacidade física diminui com o passar do tempo – mas só passa a cair mais rapidamente após os 70 anos. É razoável supor que esses atletas de ponta adotem de uma maneira geral um estilo de vida saudável; além de se exercitar, seguem uma dieta balanceada, não fumam, nem consomem muito álcool. Portanto, seus resultados podem nos ajudar a determinar quanto desse declínio se deve ao próprio processo de envelhecimento. O exercício pode retardar o processo de envelhecimento? O fato de os idosos que se exercitam terem uma saúde melhor em comparação aos que são sedentários pode levar as pessoas a acreditar que a atividade física pode retardar o processo de envelhecimento. Mas a realidade é que esses idosos ativos são exatamente como deveriam ser. Em um passado distante, éramos todos caçadores-coletores e nossos corpos foram desenvolvidos para serem fisicamente ativos. Portanto, se uma pessoa ativa de 80 anos tem uma fisiologia semelhante a um indivíduo de 50 anos, é a pessoa mais jovem que parece mais velha do que deveria, e não o contrário. Muitas vezes confundimos os efeitos da falta de atividade física com o próprio processo de envelhecimento, e acreditamos que certas doenças são puramente resultado da idade avançada. Na verdade, o estilo de vida sedentário moderno simplesmente acelera nosso declínio relacionado à idade. Isso contribui para o aparecimento de doenças como diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares e câncer. Muitos de nós simplesmente não somos ativos o suficiente. Na Inglaterra, menos da metade dos jovens de 16 a 24 anos seguem a recomendação de praticar exercícios aeróbicos e de fortalecimento muscular; na faixa dos 65 a 74 anos, essa proporção cai para menos de um em cada 10. Qualidade de vida O exercício não só ajuda a prevenir o surgimento de muitas doenças, como também contribui para curar ou aliviar outras, melhorando nossa qualidade de vida. Estudos recentes com ciclistas amadores com idades entre 55 e 79 anos indicam que eles têm a capacidade de realizar tarefas diárias com muita facilidade e eficiência, porque quase todas as partes do seu corpo estão em ótimas condições. Os ciclistas também apresentaram pontuação alta em testes que medem agilidade de raciocínio, saúde mental e qualidade de vida. Quanto mais cedo você começar a se exercitar, melhor. Uma análise de adultos americanos com idade entre 50 anos e 71 anos mostrou que aqueles que se exercitaram entre duas e oito horas por semana desde a adolescência até os 60 anos, tem uma chance de 29% a 36% menor de morrer em decorrência de qualquer causa ao longo do período de 20 anos em que o estudo foi conduzido. O estudo aponta que os jovens que praticam exercícios devem manter seus níveis de atividade elevados, mas também que aqueles com 40 anos ou mais podem se tornar mais ativos fisicamente e obter benefícios semelhantes. Problemas modernos No mundo de hoje, somos capazes de driblar problemas relacionados ao sedentarismo nos apoiando na muleta da medicina moderna. Mas embora a nossa expectativa média de vida tenha aumentado muito rápido, o nosso “tempo de vida saudável” – período da vida que podemos aproveitar livre de doenças – não aumentou. Muitos dos que vão se beneficiar do aumento da expectativa de vida projetada até 2035 passarão seus anos extras com quatro doenças ou mais, de acordo com um estudo realizado na Inglaterra. Embora a medicina esteja evoluindo o tempo todo, o exercício pode fazer coisas que os medicamentos não conseguem. Por exemplo, atualmente, não existe remédio disponível para evitar a perda de massa e força muscular, principal fator responsável pela perda das funções físicas. Envelhecimento da população Ser mais ativo não faz bem apenas para os indivíduos, como também é vital para o funcionamento da nossa sociedade de uma maneira mais ampla à medida que ela envelhece. A previsão é de que o número de pessoas com 65 anos ou mais, cresça mais de 40% nos próximos 16 anos. E uma pessoa de 65 anos ou mais custa, em média, muito mais para o sistema de saúde, que uma pessoa com 30 anos ou menos. O que você pode fazer? A maioria das pessoas não deve ter como meta ser um atleta de elite com uma idade avançada; isso não é necessário para ter uma saúde ideal. Em vez disso, o segredo é incorporar à rotina pequenas práticas regulares de atividade física – como caminhada acelerada ou dança de salão. A atividade física é um dos pilares de uma vida saudável. Ainda que você não seja um atleta profissional, começar a se exercitar regularmente aos 20 e 30 anos provavelmente trará muita satisfação mais à frente. E se você passou desta idade, se tornar ativo cuidadosamente vai fazer um bem enorme. E então, vamos começar essa jornada por uma vida com longevidade e saúde? Venha para a Companhia Forma, fale com nossa equipe. Texto base: https://www.bbc.com/portuguese/geral-47638886
EXERCÍCIO É REMÉDIO (Parte 02)

Benefícios dos exercícios na prática APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA Permite que você faça as atividades do seu dia a dia, como subir escada ou brincar com crianças, sem ficar cansado. FORÇA Faz com que você possa carregar sacolas ou caixas, por exemplo, sem dificuldade. FLEXIBILIDADE Ajuda na funcionalidade do corpo ao agachar, pegar objetos e também para evitar lesões. EQUILÍBRIO É o que faz você manter a postura e sustentar o corpo. SONO TRANQUILO O relaxamento e o bem-estar promovidos pelos exercícios tendem a resultar em um descanso melhor. ENERGIA A longo prazo, com o ganho de aptidão física, você se sentirá mais disposto. Para a saúde mental, exercício é fundamental Na psiquiatria, o exercício físico é considerado um tratamento para vários transtornos. A OMS diz que, para a depressão leve, a primeira opção não é a psicoterapia nem a medicação, e sim a atividade física aeróbica. “O treino causa mudança no funcionamento dos neurotransmissores (substâncias produzidas pelos neurônios) e alivia os sintomas da doença — e também da ansiedade”, explica Ana Paula Carvalho, mestre em psiquiatria pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e uma das autoras do livro “Psiquiatria do Estilo de Vida”. De acordo com a médica, ao longo do tempo, estudos foram mostrando que quem faz exercício tem menor risco de depressão. Já para quem tem o transtorno, é medicado e mantém uma vida ativa, o risco de voltar a ter o problema após o término do tratamento medicamentoso é menor. Além disso, o exercício tem o poder de melhorar a memória, a concentração, a capacidade de resolver problemas e o processamento de informações, além de evitar o declínio cognitivo. “Quem se mantém ativo tem mais produção de BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), uma substância que tem como função promover a sobrevivência dos neurônios. Estudos em andamento apontam que isso pode até resultar em um retardo dos quadros demenciais”, diz Carvalho. E qual o melhor exercício para conseguir benefícios? Segundo a médica, é aquele que você faz regularmente. “A pessoa precisa encontrar algo que goste e possa continuar fazendo. Se não tiver prazer, não vai durar.” Nível de sedentarismo ainda é alto; mas por quê? Mesmo com tantos benefícios — muitos deles amplamente conhecidos— boa parte das pessoas não faz exercícios. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que 40% dos brasileiros com mais de 18 anos são sedentários. Já estimativas globais atuais mostram que 81% dos adolescentes não praticam atividade física suficiente. O aumento de horas de exercício moderado recomendadas pela OMS, antes 150 e agora 300 minutos semanais, pode assustar e afastar ainda mais as pessoas da prática, mas de acordo com Emídio Matos, professor adjunto de educação física na UFPI (Universidade Federal do Piauí), também pode nos dar uma ideia melhor da realidade. “A literatura científica defende cada vez mais um estilo de vida ativo. O tempo de atividade física precisa ser pensado como um modo de viver. É pouco (para a saúde) fazer exercícios uma hora por dia e ser sedentário nas outras 23 horas.” O professor defende que as cidades devem ser mais bem preparadas para que as pessoas possam ter rotinas mais ativas. “A pandemia nos trouxe um convite para voltar a aproveitar o ar livre. Mas as cidades precisam ser seguras para podermos andar mais a pé, pedalar… Há de ser feito um bom planejamento.” Por outro lado, a OMS aponta que, à medida que os países se desenvolvem economicamente, os níveis de inatividade aumentam e podem chegar a 70%, devido às mudanças nos padrões de transporte, maior uso de tecnologia para trabalho e recreação, valores culturais e crescentes comportamentos sedentários. “Para alguns, é falta de colocar como prioridade. Mas outros realmente não têm tempo —passam o dia se deslocando ou trabalhando. Depende muito da realidade socioeconômica”, complementa Fabrício Buzatto. E aí, vamos deixar esse sedentarismo de lado? Venha para a Companhia Forma, vamos encontrar uma atividade que combina com você. Agende uma visita! FONTE: https://www.uol.com.br/vivabem/reportagens-especiais Foto de Andrea Piacquadio: https://www.pexels.com
EXERCÍCIO É REMÉDIO (Parte 01)

Quando o assunto é atividade física, o primeiro benefício que vem à cabeça de muitos é a perda de peso. Mas, na verdade, ter uma vida ativa é capaz de proporcionar muito mais do que um corpo esbelto —inclusive, a boa alimentação é muito mais importante para conseguir isso do que o treino. Exercícios físicos atuam como um remédio universal e barato: a prática promove saúde física e mental prevenindo e, muitas vezes, até tratando diversas doenças crônicas, além de ajudar a viver uma vida mais longa e com mais qualidade. A seguir, explicamos — com a ajuda de especialistas e da ciência — por que mover o corpo é a solução para muitos problemas de saúde. Quais doenças o exercício pode prevenir? De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a atividade física regular é fundamental para prevenir e controlar doenças cardiovasculares (como infarto, AVC e pressão alta), diabetes tipo 2 e diferentes tipos de câncer, além de contribuir para amenizar sintomas de depressão e ansiedade, reduzir o declínio cognitivo e melhorar a memória. Estudos apontam que a prática também ajuda a inibir quadros comuns no envelhecimento, como a osteoporose e a sarcopenia. Um dos motivos para tantos efeitos positivos é o poder de combater o sobrepeso, que está relacionado ao surgimento de diferentes comorbidades. Para o câncer, por exemplo, o Inca (Instituto Nacional do Câncer) explica que a obesidade provoca alterações hormonais e mantém o corpo em um estado inflamatório crônico, estimulando a proliferação celular. Além disso, modalidades diversas, como natação, corrida, musculação, dança, pilates e outras, promovem a melhora da circulação sanguínea, o equilíbrio dos níveis de hormônios, reduzem o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalecem o coração, os músculos, os ossos e o sistema imunológico. Recentemente, uma pesquisa norte-americana sugeriu que o exercício pode, inclusive, evitar o desenvolvimento da SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), caracterizada pela falta de ar, respiração rápida, tosse, fraqueza muscular e uma das complicações mais graves causadas pela covid-19. De acordo com a análise, a prática de exercícios físicos eleva a produção da enzima superóxido dismutase (EcSOD), produzida pelos músculos e associada à proteção do sistema cardiorrespiratório. Quanta atividade física preciso para colher benefícios? 300 MINUTOS Esse é o tempo de exercício moderado por semana que a OMS recomenda para garantir saúde. Aqui, não conta só o treino. Movimentos do dia a dia, como subir escadas e caminhar para ir até a padaria, também contribuem para você atingir essa meta. OU 150 MINUTOS De atividade física intensa (corrida, bike, treino funcional, musculação etc.) por semana, quando não tiver contraindicação. A recomendação também é da OMS. Atividade física também pode ser tratamento Ao realizar modalidades que envolvem ganho de massa magra (musculação, funcional, crossfit, pilates etc.) é possível controlar, por exemplo, o diabetes tipo 2, já que os músculos causam maior sensibilização das células à insulina. Atividades aeróbicas (natação, corrida, bike) também ajudam no quadro por reduzirem o nível de açúcar no sangue. Já quem tem pressão alta se beneficia pela circulação mais eficiente do sangue causada quando praticamos exercícios regularmente. Portanto, o exercício pode ajudar quem tem hipertensão e/ou diabetes a reduzir a dose de remédios ou, para alguns, até dispensar as drogas. Mesmo no tratamento de doenças agressivas, como o câncer, o exercício geralmente é benéfico (e deve ser indicado de acordo com o quadro específico de cada paciente). Uma das razões é a liberação de proteínas com função anti-inflamatória gerada pela contração muscular durante o esforço físico. Elas atuam em vários órgãos do corpo, colaborando com a prevenção e o tratamento de tumores. Para esses pacientes, manter uma vida ativa pode, inclusive, ajudar a combater efeitos adversos de quimioterapia e radioterapia, que costumam causar fadiga, perda de massa muscular e, para alguns, ansiedade e sintomas depressivos. É importante ressaltar que, ainda que manter uma vida ativa ajude a combater e controlar doenças, o uso de medicamentos e outras terapias não deve ser interrompido sem ordem médica. O problema, explica Fabrício Buzatto, médico do esporte e fisiatra do Hospital das Clínicas da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), é que nem todos os profissionais de saúde têm esse conhecimento. “Na faculdade, nós, médicos, não temos nenhuma formação sobre isso. Aprendemos a prescrever medicamentos, mas não exercícios ou como convencer alguém de que a atividade física é essencial.” Por isso, fale com quem é especialista em atividade física, fale com a equipe Companhia Forma. Teremos prazer em orientar o que é melhor para seu caso… Agende uma visita! FONTE: https://www.uol.com.br/vivabem/reportagens-especiais Foto de Andrea Piacquadio: https://www.pexels.com
10 dicas para tornar seu treino na academia mais eficaz

10 dicas para tornar seu treino na academia mais eficaz Ir para a academia não é para todos a atividade mais prazerosa do dia, no entanto, algumas dicas podem fazer essa tarefa ser mais leve e produtiva. Ganhar tempo na hora do treino e, ainda assim, ter bons resultados, é uma ótima motivação para não fugir do treino diário. Confira essas 10 dicas selecionadas para te ajudar: Comece com algo que você gosta Depois do aquecimento, comece seu treino com os exercícios que você mais gosta. Gosta de fazer flexões? Então parta para elas antes de se jogar nos aparelhos. Gosta de turbinar os bíceps? Então comece por eles. Isso irá trazer motivação e melhorar seu humor para as tarefas que virão na sequência. Evite os horários de pico Obviamente, chegar à academia fora dos horários de pico fará com que termine o treino mais rápido. Sendo assim, você deve reparar quais são os dias e horários menos procurados. As noites de quinta geralmente são mais tranquilas, assim como as tardes de sexta-feira. Divida um treinador com um amigo Ter um treinador é uma forma eficiente de se manter em forma, desde que ele ou ela o mantenha focado. Entretanto, contratar um personal trainer pode ser um pouco custoso em termos financeiros. Uma boa saída seria dividir as sessões com um ou mais amigos. Alguns profissionais podem até mesmo oferecer taxas melhores para grupos. Observe uma aula antes de testá-la Não perca seu tempo em uma aula que não tem a ver com você. Antes de tentar uma nova modalidade, pare para observar a atividade. Por cerca de dez minutos, posicione-se do lado de fora e fique de olho na ação, para poder ter noção se gostaria ou não de fazer este tipo de exercício. Seja competitivo Na esteira ou na bike, olhe para alguém perto de você, que esteja de fato treinando pesado, e tente acompanhá-lo. Apenas fique atenta para não extrapolar demais os próprios limites. Quebre os seus intervalos Quando estiver fazendo abdominais, flexões, ou exercícios com pesos, divida os seus intervalos em grupos menores. Se 20 vezes parece impossível, divida isso em quatro vezes de cinco repetições. Os intervalos menores parecem mais fáceis de conquistar, fisicamente e psicologicamente. Faça com que o treino seja mais leve e rápido Quem tem tempo para gastar horas na academia? Obtenha os mesmos resultados em um período de tempo menor, mas aumentando a intensidade. Intervalos intensos irão queimar a gordura mais rapidamente, e trazem benefícios para o sistema cardiovascular. Procure descobrir novas ideias neste sentido, diminuindo o tempo que fica na academia. Combine exercícios de alongamento e força Se estiver esperando para usar a esteira, aproveite para fazer alguns agachamentos ou abdominais. Você também pode dividir seu tempo entre exercícios de força e alongamentos. Você pode alongar os músculos que já trabalhou ou fazer alongamentos complementares aos músculos que vai trabalhar. Não perca tempo no vestiário Se você não está acostumado com academias, o vestiário pode ser uma armadilha para se perder tempo. É preciso criar algumas estratégias para fazer com que o tempo gasto neste recinto seja mínimo. Se o seu treino é durante o almoço, por exemplo, prefira roupas que podem ser trocadas com facilidade, ou encha sua garrafa de água antes de entrar na academia. Termine o treino pelo menos três horas antes de se deitar Para ter certeza de que estará descansado para o seu próximo treino, é preciso encerrar as atividades pelo menos três horas antes de dormir, pois pode demorar um certo tempo para o seu corpo esfriar e sua frequência cardíaca diminuir. Venha para a Companhia Forma, com certeza vamos te ajudar a fazer um treino eficaz e de resultados! https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/veja-10-dicas-para-tornar-seu-treino-na-academia-mais-eficaz Foto de Abdulrhman Alkady: https://www.pexels.com
Sofrimento com problemas respiratórios? Saiba como a natação pode ajudar.

Quem sofre de doenças crônicas, como bronquite, asma, rinite ou qualquer outro tipo de inflamação nas vias respiratórias, tende a fugir das atividades físicas; o que é um erro! Afinal, a prática regular de exercícios físicos ajuda a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com problemas respiratórios. A NATAÇÃO é o esporte mais indicado pelos médicos nestes casos, já que os exercícios realizados dentro da piscina contribuem para aumentar a entrada e saída de ar nas vias respiratórias. Isso porque, durante a aula, o aluno permanece com o tórax submerso, desafiando seus músculos correspondentes a vencerem a resistência causada pela água. A ação direta da pressão da água sobre o tórax, segundo alguns estudos, aumenta em cerca de 60% o trabalho de musculaturas que estão envolvidas no processo respiração. Ou seja, essa pressão hidrostática melhora o sistema cardiorrespiratório graças ao deslocamento sanguíneo das regiões periféricas para a região central, onde estão o coração e os pulmões. A MELHOR RESPIRAÇÃO CONTROLA AS CRISES… Crianças com bronquite e asma brônquica podem ter a postura retraída, e natação ajuda a corrigir defeitos posturais e deformidades torácicas, pois fortalece e alonga toda a musculatura de tronco. Consequentemente, traz melhorias aos pulmões. A musculatura do diafragma e os músculos da cintura escapular são exigidas constantemente durante os movimentos, conferindo ritmo e qualidade à respiração do praticante. ESCOLHA AS PISCINAS DA COMPANHIA FORMA! Há também quem fuja das piscinas por causa do cloro químico usado no tratamento da água. Isso porque alguns produtos que compõem o cloro podem causar rinite, sinusite, conjuntivite e até atrapalhar no tratamento das doenças respiratórias. A COMPANHIA FORMA utiliza tratamento a sal ao invés de cloro, o que evita irritação e alergia por ser um tratamento menos agressivo. Além disso, nossas duas piscinas são cobertas e aquecidas, mantendo o ambiente fechado à poluição urbana, e proporcionando uma alta umidade do ar, que ajuda na entrada de ar nas vias respiratórias. Se ainda não está convencido, entre em contato agora mesmo e aproveite para agendar uma aula experimental. Você vai amar! Texto Base: amaralnatação / Foto: pexels, de Thirdman
Diástase e o Tratamento com Pilates

Diástase – você sabe o que é? Essa é uma palavra que no meio das gestantes e das puérperias escutamos constantemente… Como faço para prevenir a diástase? Eu vou ter diástase na gestação? E depois da gravidez vai voltar ao normal? São tantos questionamentos e esse tem sido um assunto amplamente discutido no meio das mamães. Então, o que acontece no corpo da gestante para ela desenvolver uma diástase? Para responder essa pergunta, primeiro precisamos entender o que acontece com o corpo durante o processo de gestação. Quando o corpo materno está carregando o bebê, acontece um relaxamento dos músculos do abdômen para comportar o útero em expansão, então ocorre o afastamento dos músculos abdominais e do tecido conjuntivo, sendo a principal causa de flacidez abdominal e dor lombar no pós-parto. Esse afastamento pode chegar a 10cm entre um músculo e outro, isso se deve a fraqueza do abdômen, que fica muito esticado devido ao crescimento da barriga. O tratamento para corrigir a diástase abdominal pode ser feito com exercícios, fisioterapia ou, em último caso, cirurgia, principalmente quando o afastamento é maior que 5 cm e os exercícios não foram eficazes de corrigir a situação. O Tratamento com Pilates Um dos exercícios mais indicados no tratamento da diástase é o Pilates, porque ele previne e auxilia na recuperação. O método tem como prática contrair o transverso abdominal e as fibras inferiores do reto abdominal, fortalecendo-os, sem que haja pressão excessiva no reto abdominal. Além disso, a respiração do Pilates proporciona um melhor funcionamento dos músculos profundos e do diafragma, os quais ajudam a diminuir o distanciamento do músculo reto abdominal. Portanto, para prevenir ou tratar a diástase, a melhor estratégia é estimular a ativação dos músculos profundos e do diafragma. E o Pilates é um grande aliado nesse objetivo. Venha para Companhia Forma e saiba mais sobre nossos Planos de Pilates. Fazendo essa modalidade duas vezes por semana você leva a Musculação e as aulas de Ginástica free. Faça uma visita e confira! Foto de Jessica Monte em pexels
Por que a natação é um esporte tão bom para o cérebro

Não é segredo algum que os exercícios aeróbicos podem ajudar a evitar alguns dos efeitos do envelhecimento. Mas um crescente número de pesquisas sugere que a natação pode fornecer um impulso único para a saúde do cérebro. Foi demonstrado que a prática regular de natação melhora a memória, a função cognitiva, a resposta imunológica e o humor. A natação também pode ajudar a reparar danos causados pelo estresse e construir novas conexões neurais no cérebro. No entanto, os cientistas ainda estão tentando desvendar como e por que a natação, em particular, produz esses efeitos de aprimoramento do cérebro. Novas e aprimoradas células e conexões cerebrais Até a década de 1960, os cientistas acreditavam que o número de neurônios e conexões sinápticas no cérebro humano eram finitos e que, uma vez danificadas, essas células cerebrais não poderiam ser substituídas. Mas essa ideia foi desmascarada quando os pesquisadores começaram a ver amplas evidências do nascimento de neurônios, ou neurogênese, em cérebros adultos de humanos e outros animais. Agora, há evidências claras de que o exercício aeróbico pode contribuir para a neurogênese e desempenhar um papel fundamental em ajudar a reverter ou reparar danos aos neurônios e suas conexões em mamíferos e peixes. Pesquisas mostram que uma das principais maneiras pelas quais essas mudanças ocorrem em resposta ao exercício é através do aumento dos níveis de uma proteína chamada fator neurotrófico derivado do cérebro. A plasticidade neural – ou habilidade do cérebro para mudar, que esta proteína estimula – aumenta a função cognitiva, incluindo o aprendizado e a memória. Estudos em humanos mostraram uma forte relação entre as concentrações de fator neurotrófico derivado do cérebro circulando no cérebro e um aumento no tamanho do hipocampo, a região do cérebro responsável pelo aprendizado e memória. Níveis maiores de fator neurotrófico derivado do cérebro também mostraram aguçar o desempenho cognitivo e ajudar a reduzir ansiedade e depressão. Em contraste, os pesquisadores observaram transtornos de humor em pacientes com concentrações mais baixas de fator neurotrófico derivado do cérebro. O exercício aeróbico também promove a liberação de mensageiros químicos específicos chamados neurotransmissores. Um deles é a serotonina, que – quando presente em níveis elevados – é conhecida por reduzir a depressão e a ansiedade, além de melhorar o humor. Mas o que há de especial em nadar? Os pesquisadores ainda não sabem o que pode ser o ingrediente secreto da natação. Mas eles estão cada vez mais perto de entender isso. A natação é reconhecida por seus benefícios cardiovasculares. Como a natação envolve todos os principais grupos musculares, o coração precisa trabalhar muito, o que aumenta o fluxo sanguíneo por todo o corpo. Isso leva à criação de novos vasos sanguíneos, um processo denominado angiogênese. O maior fluxo sanguíneo também pode levar a uma grande liberação de endorfina – hormônios que atuam como redutores naturais da dor em todo o corpo. Essa onda traz a sensação de euforia que geralmente vem depois do exercício. A maior parte das pesquisas para entender como a natação afeta o cérebro foi feita em ratos. Os ratos são um bom modelo de laboratório devido à semelhança genética e anatômica com os humanos. Em outro estudo que examinou o impacto da natação na acuidade mental em idosos, os pesquisadores concluíram que os nadadores melhoraram a velocidade mental e a atenção em comparação com os não nadadores. No entanto, este estudo é limitado em seu desenho de pesquisa, uma vez que os participantes não foram randomizados e, portanto, aqueles que eram nadadores antes do estudo podem ter tido uma vantagem injusta. Outro estudo comparou a cognição entre atletas de atividades fora da água e nadadores na faixa de idade adulta jovem. Embora a imersão em água em si não tenha feito diferença, os pesquisadores descobriram que 20 minutos de natação de nado de peito de intensidade moderada melhorou a função cognitiva em ambos os grupos. As crianças também têm benefícios com a natação Os benefícios da natação que fortalecem o cérebro também parecem impulsionar o aprendizado das crianças. Outro grupo de pesquisa recentemente examinou a ligação entre a atividade física e como as crianças aprendem novas palavras do vocabulário. Os pesquisadores ensinaram às crianças de 6 a 12 anos os nomes de objetos desconhecidos. Em seguida, eles testaram sua precisão no reconhecimento dessas palavras após fazer três atividades: colorir (atividade de repouso), natação (atividade aeróbica) e um exercício semelhante ao CrossFit (atividade anaeróbica) por três minutos. Eles descobriram que o nível de precisão das crianças era muito maior para palavras aprendidas após a natação em comparação com as outras atividades (colorir e CrossFit), que resultaram no mesmo nível de memória. Isso mostra um claro benefício cognitivo da natação em comparação a exercícios anaeróbicos, embora o estudo não compare a natação com outros exercícios aeróbicos. Essas descobertas indicam que nadar por curtos períodos de tempo é altamente benéfico para cérebros jovens em desenvolvimento. Os detalhes do tempo ou voltas necessárias, o estilo de nadar e quais adaptações cognitivas e vias são ativadas pela natação ainda estão sendo estudados. Mas os neurocientistas estão cada vez mais perto de juntar todas as pistas. Durante séculos, as pessoas estiveram em busca de uma fonte da juventude. A natação pode ser o mais próximo que podemos chegar. Vêm pra piscina você também! Entre em contato com nossa equipe. *A autora é professora assistente de Biologia na Universidade de Mary Hardin-Baylor (Texas, EUA). Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons. Leia aqui a versão original (em inglês). https://www.bbc.com/portuguese/geral-58058198