10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividade Física

Conheça os benefícios dos exercícios no 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividades Físicas. Lembrando que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis. Confira, então, as 10 coisas que você precisa saber sobre atividade física: A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que a pessoa deixe de ser sedentário. Estes 30 minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada. O mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções. Pequenas modificações no dia a dia – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudar a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária. Os efeitos benéficos da atividade física são observados em pessoas que se exercitam com regularidade. Aqueles com IMC entre 25 e 30 (sobrepeso), nestas condições, podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários. De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante que os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional. Um minuto de atividade física intensa é igual a 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e o ciclismo são considerados intensas. Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção. As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”). Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a diminuição do apetite, a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo do envelhecimento. Para crianças e adolescentes o ideal são 60 minutos de atividade aeróbica por dia (recreativa), três vezes por semana e de grande intensidade. E aí, vamos começar a praticar? Venha para Companhia Forma! Fontes: https://www.endocrino.org.br/ – Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Programa Agita Mundo e o Departamento de Saúde, Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabolica e Serviços Humanos dos Estados Unidos. Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
Síndrome pós-Covid: exercícios, nutrição e respiração na recuperação

A infecção pelo novo coronavírus tem deixado sequelas em muitos pacientes: entenda quais são os sintomas e como ajudar o sistema imunológico a combatê-los A maioria das pessoas que são infectadas pelo novo coronavírus e passaram pela Covid-19 se recupera em algumas semanas. Mas alguns meses depois, mesmo entre aqueles que tiveram versões leves da doença, muitos continuam a lutar contra os sintomas após a recuperação inicial. O fenômeno é chamado de “Síndrome Pós-COVID-19”. Idosos e pessoas com muitas condições médicas graves têm maior probabilidade de apresentar sintomas persistentes de COVID-19, mas mesmo as pessoas jovens e saudáveis podem sentir indisposição por semanas a meses após a infecção. Os sinais e sintomas mais comuns que perduram ao longo do tempo incluem: Fadiga Falta de ar Tosse Dor nas articulações Dor no peito Dor muscular ou dor de cabeça Batimento cardíaco rápido ou acelerado Perda de olfato ou paladar Problemas de memória, concentração ou sono Erupção cutânea ou queda de cabelo Embora os pulmões sejam definitivamente o primeiro órgão-alvo da infecção por SARS-CoV-2, evidências acumuladas indicam que o vírus pode se espalhar para muitos órgãos diferentes, incluindo o coração, vasos sanguíneos, rins, intestino e cérebro. Por esse motivo, uma abordagem multidisciplinar torna-se crucial para a avaliação e o acompanhamento dos pacientes com Covid-19. Não se sabe por que a recuperação de algumas pessoas é prolongada. A presença persistente do vírus no sangue devido a uma resposta fraca ou ausente de anticorpos, recidiva ou reinfecção, reações inflamatórias e outras reações imunológicas, descondicionamento e fatores mentais, como estresse pós-traumático, podem contribuir. Sequelas respiratórias, musculoesqueléticas e neuropsiquiátricas de longo prazo foram descritas para outros coronavírus (SARS e MERS), e estas têm paralelos fisiopatológicos com Covid-19 pós-aguda. Ainda não temos evidências robustas para a recuperação de cada sintoma, mas a ciência já mostrou algumas técnicas e manejo clínico e nutricional que podem contribuir para a recuperação do organismo pós-infecção pelo Covid-19. Vamos abordar algumas delas, como técnicas de respiração, retomada de exercícios físicos e nutrição para fortalecimento da imunidade. Técnicas de respiração Cerca de 80% do trabalho respiratório é feito pelo diafragma. Após a doença ou o descondicionamento geral, o padrão respiratório pode ser alterado, com redução do movimento diafragmático e maior utilização dos músculos acessórios de pescoço e ombro. Isso resulta em respiração superficial, aumentando a fadiga e a falta de ar, e maior gasto de energia. Técnicas de “controle respiratório” visam normalizar os padrões respiratórios e aumentar a eficiência dos músculos respiratórios (incluindo o diafragma), resultando em menos gasto de energia, menos irritação das vias aéreas, fadiga reduzida e melhora da falta de ar. Uma das técnicas usadas para o controle da respiração é a seguinte: O paciente deve sentar-se em uma posição apoiada e inspirar e expirar lentamente, de preferência inspirando pelo nariz e expirando pela boca, enquanto relaxa o peito e os ombros e permite que a barriga se eleve; Objetivo deve ser uma relação inspiração / expiração de 1:2 (ou seja, leve o dobro do tempo da inspiração na expiração: se inspirou por 5 segundos, expire por 10 segundos, por exemplo); Essa técnica pode ser usada com frequência ao longo do dia, em intervalos de 5 a 10 minutos (ou mais, se for útil). Diversas são as técnicas usadas como estratégias para controlar os padrões de respiração e falta de ar dos pacientes, mas requerem aconselhamento especializado para identificar qual é mais adequada para cada paciente. Yoga pode ser uma grande aliada para ajudar na respiração, Retomada de exercícios físicos Exercícios físicos moderados podem ser grandes aliados na recuperação. Todavia, é importante ressaltar que o retorno deve ser gradual e de preferência com acompanhamento de profissionais habilitados, tanto médico como profissional de educação física. Cada caso impõe recomendações diferentes. Para pessoas com sintomas sanguíneos, é recomendado começar com exercícios de baixa intensidade e logo diminuir o sedentarismo, pois reduzirá os riscos de formação de coágulos sanguíneos. Já aqueles que apresentaram sintomas respiratórios como pneumonia devem descansar por pelo menos uma semana após o desaparecimento total dos sintomas, retornando gradualmente à atividade física com ênfase no monitoramento da respiração. Pessoas com sintomas cardíacos devem ser monitorados ainda mais de perto neste retorno à atividade física. Algumas das orientações ao retorno de atividades físicas, baseadas em evidências científicas indiretas, são: Sintomas muito leves: limite a atividade a caminhada lenta ou equivalente nos primeiros dias. Aumente os períodos de descanso se os sintomas piorarem. Evite treinamento de alta intensidade nas primeiras semanas. Sintomas persistentes (como fadiga, tosse, falta de ar, febre): limite a atividade a 60% da frequência cardíaca máxima até duas a três semanas após a resolução dos sintomas. Pacientes que necessitaram de oxigênio precisam de avaliação respiratória antes de retomar o exercício. Pacientes que tiveram envolvimento cardíaco precisam de avaliação cardíaca antes de retomar. É muito importante ouvir o seu corpo e ter uma retomada de exercícios físicos mais lenta e gradual. Mas lembre-se que no tempo ideal, é fundamental o seu retorno! Nutrição: aliada ou vilã da recuperação A dieta ocidental típica consiste em grandes quantidades de gordura saturada, carboidratos refinados e açúcares e baixos níveis de fibras, gorduras insaturadas e antioxidantes. Esse padrão alimentar leva a uma toxicidade, induzindo a um estado inflamatório crônico, um vilão na recuperação da infecção pelo Covid-19, pois levará a um sistema imune menos competente. Essa inflamação crônica pode ser um dos contribuintes para implicações na função neurológica. Numa pessoa que já tem certo grau de neuroinflamação, o combate do sistema imune à infecção pelo Covid-19 pode exacerbar essa neuroinflamação, levando a sintomatologias como problemas de memória, concentração ou sono. Já o consumo de grandes quantidades de fibras, grãos inteiros, gorduras insaturadas e antioxidantes mostrou aumentar a função imunológica. Na verdade, estudos mostram que consumir alimentos saudáveis tem um efeito antiinflamatório rápido, podendo ser um grande aliado na recuperação. Ou seja, o ideal é investir no consumo de frutas e verduras variadas. Foi estabelecido que o sistema imunológico integrado e complexo precisa de vários micronutrientes específicos, incluindo vitaminas A, D, C, E, B6
10 motivos para fazer natação no inverno!

Manter a regularidade nas aulas de natação é importante em qualquer época do ano, até mesmo no inverno! Isso porque quando o aluno decide dar aquela “pausa” nos treinos, todos os resultados para os quais ele tanto se dedicou, vão “por água abaixo”. Além de ser um dos esportes mais completos, a natação é uma forma divertida, saudável e desafiadora de se exercitar, por ser praticada na água, despertando uma sensação de prazer e bem-estar. E já que a motivação, ou melhor, a falta dela, é o que faz muita gente ficar embaixo das cobertas no frio, decidimos listar 10 motivos para você fazer natação no inverno, sem perder o ânimo! Confere aí: CONTROLE DE PESO A natação é um dos melhores métodos de queima de calorias, manutenção e controle do peso. A queima de calorias depende da frequência e intensidade do treino. Por isso, mesmo no inverno, época em que as pessoas tendem a comer mais e reduzir a prática de atividades físicas, o esporte é ideal. CONDICIONAMENTO FÍSICO Além de ajudar a perder gordura, a natação contribui para o fortalecimento dos músculos: abdômen, lombar, pernas, panturrilhas, costas e braços. Além disso, pelo fato da água ser 12 vezes mais densa do que o ar e o nadador ter que se propulsionar na água, ele ganha mais resistência. RESPIRAÇÃO Com a chegada do frio, geralmente começam a surgir os problemas respiratórios, como gripe e resfriados, além de aumentar os sintomas de quem sofre com asma ou rinite. Por ser praticada em um ambiente úmido, a natação pode ajudar a reduzir e prevenir os sintomas de asma. Também é responsável por fortalecer os músculos torácicos, aumentando a elasticidade e o volume dos pulmões devido a prática de exercícios de respiração e ampliando a capacidade de absorver oxigênio. CORAÇÃO Os movimentos corporais de braços, pernas e tronco, associados ao trabalho respiratório na água, fortalecem a musculatura cardíaca, eliminando a gordura existente ao redor do coração. Desta forma, ele fica mais forte, diminuindo a incidência de doenças cardiovasculares, já que ocorre um aumento na capacidade de bombear sangue pelo corpo, estimulando também a circulação sanguínea, devido à pressão da água. GESTAÇÃO SAUDÁVEL Para as futuras mamães, a regularidade é ainda mais importante. Afinal, as aulas de hidroginástica só têm benefícios a oferecer. Durante as atividades, é realizado um trabalho aeróbico para o fortalecimento de todos os grupos musculares, equilíbrio, alongamento e exercícios respiratórios que visam melhorar a circulação da gestante. Um sono mais tranquilo e melhoria na postura corporal também são benefícios trazidos pela realização da hidroginástica na gestação DORES NAS COSTAS? Se você é o tipo de pessoa que sofre com dores nas costas, saiba que a natação pode ajudar – e muito! – a aliviar este incômodo. Durante as aulas, você estará trabalhando para aliviar as dores musculares e melhorando as articulações e a musculatura, tornando-a mais enrijecida. Dentro da água é possível tirar um peso significativo da coluna, devido as propriedades do ambiente, livre de impacto. Assim, você ganha mais resistência e amplitude de movimentos. Além disso, a prática do exercício ajuda na saúde do coração. REDUZ O RISCO DE DIABETES Para diminuir os índices de diabetes, nada melhor do que os exercícios aeróbios. Um treino intenso de natação, pode queimar até 700kcal, reduzindo aproximadamente 10% o risco de contrair diabetes do tipo 2. MELHORA DO COLESTEROL Por ser uma atividade altamente aeróbia, cabe a natação conseguir balancear os níveis de colesterol no organismo, aumentando o nível do HDL, o colesterol bom! Além disso, também consegue manter as nossas artérias saudáveis e renovadas. NOITES BEM DORMIDAS Em meio aos inúmeros benefícios que os exercícios físicos podem trazer aos praticantes, em termos de longevidade e bem-estar, um deles é o combate à insônia, que está muito associada ao stress do dia-a-dia. Entretanto, para que haja sucesso, eles devem ser realizados de forma regular. AUTOESTIMA ELEVADA! Nadar libera a sensação de independência, segurança e liberdade, resultando em um conjunto de relaxantes mentais. Investigadores da Universidade da Carolina do Sul seguiram 40.547 homens e mulheres, com idades entre 20 e 90 anos, durante 32 anos e descobriram que aqueles que nadavam tinham uma taxa de mortalidade inferior em 50% em relação a corredores, praticantes de caminhada e sedentários. Venha para a Companhia Forma e matricule-se! https://www.amaralnatacao.com.br/10-motivos-para-fazer-natacao-inverno/ Photo by Guduru Ajay bhargav from Pexels
Relação entre atividade física e alimentação

Quando o assunto é saúde, a dupla, alimentação equilibrada e atividade física regular, sempre precisam andar juntas. Para aqueles que praticam alguma atividade física com regularidade, a alimentação é um fator fundamental para garantir um bom resultado. Por isso, ela deve ser equilibrada e completa, permitindo que o corpo realize todas as suas funções adequadamente e alcance um bom desempenho. Uma correta nutrição ajuda a evitar a fadiga, aperfeiçoa o período de recuperação, diminui o risco de lesões, além de garantir a correta reposição dos estoques de energia. Por outro lado, não atingir as demandas nutricionais adequadas pode prejudicar a recuperação pós-treino e comprometer a saúde dos indivíduos. Por isso, é indispensável o acompanhamento de um nutricionista para avaliar quais nutrientes deverão ser inseridos na alimentação do praticante, de forma que ele alcance seus objetivos sem desenvolver uma carência nutricional. Você não deve fazer qualquer atividade física sem uma alimentação balanceada. Em qualquer atividade física, você estará gastando energia, e seu organismo necessitará de uma reposição equilibrada em macro e micro nutrientes. A alimentação saudável é indispensável para a atividade física, assim como a atividade física é indispensável para uma vida saudável. Uma alimentação saudável ocorre quando é adequada e variada. A atividade física regular pode lhe ajudar a atingir e manter um peso saudável. Vamos fazer as duas coisas??? Venha para a Companhia Forma que a gente vai te ajudar 😉 Fonte: https://www.sulinfoco.com.br/ Foto de RODNAE Productions no Pexels
8 doenças causadas pela má alimentação e dicas para evitá-las

Sabe aquele ditado popular: “você é o que você come”? Ele tem total fundamento, já que uma má alimentação traz malefícios para a saúde. Veja abaixo as doenças que uma dieta desregrada pode provocar. Obesidade Doença causada por uma alimentação rica em gordura, açucarada e com excesso de proteína. Gastrite É a inflamação aguda ou crônica da mucosa que reveste as paredes internas do estômago. Pode ocorrer quando a pessoa faz poucas refeições ao dia com grande volume de alimentos e com grande intervalo entre cada refeição. Colesterol elevado O aumento de colesterol na corrente sanguínea pode ocasionar entupimento de veias e artérias causando o infarto e derrame. O colesterol vem de duas fontes: do organismo e dos alimentos que você ingere. Hipertensão arterial Doença que surge devido ao excesso de sal na alimentação. Desnutrição Doença que surge devido a uma alimentação com baixa de calorias e nutrientes. Doenças generativas Surgem devido à prática de uma alimentação com alto teor de gorduras saturadas, colesterol e ao elevado consumo de calorias. Prisão de ventre Problema de saúde derivado do consumo excessivo de alimentos refinados, como a farinha, o açúcar, a carne, as gorduras. E também devido ao consumo insuficiente de fibras de vegetais e frutas. Anemia nutricional Doença resultante da insuficiência do consumo de ferro e ácido fólico, devido ao consumo excessivo de açúcares, gorduras e alimentos refinados. Saúde Segundo o nutrólogo Máximo Asinelli, da Clínica Asinelli, “pular refeições, comer alimentos ricos em gorduras, consumir alimentos industrializados em excesso e outras atitudes desse tipo diminuem a disponibilidade de nutrientes que são necessários ao bom funcionamento do organismo, o que resulta no processo de doença”, explica. Gorduras saturadas, frituras e carne vermelha gorda são os alimentos que mais levam tempo para serem digeridos. “Os alimentos que são de difícil digestão exigem muito mais do organismo, justamente porque requerem um gasto energético muito maior para a sua metabolização. Portanto, se você quer evitar a indisposição, procure consumir alimentos mais leves”, orienta. Além disso, verduras com a tonalidade verde-escuro, como couve, brócolis, escarola e espinafre, não podem faltar, pois são ricas em vitamina A, E , D e Ácido fólico. “Ainda que pareça mentira, a maior parte dessas doenças pode ser prevenida no âmbito da própria casa, aplicando-se regras simples: a força de vontade”, finaliza o nutrólogo. Fonte : https://www.hojeemdia.com.br/ Foto de cottonbro no Pexels
Três em cada cem mortes no país podem ter influência do sedentarismo

Praticar esportes é fundamental para o corpo e para a mente e ajuda a prevenir doenças como diabetes e hipertensão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo O Ministério da Saúde faz um alerta: três em cada 100 mortes registradas no país podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, apontam que dos 1,3 milhão de óbitos registrados em 2017, 34.273 mil estão relacionados às doenças como o diabetes, o câncer de mama e o de cólon e cardiovasculares. Males que estão relacionados à falta da atividade física no dia-a-dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo. Praticar esportes, sejam de baixo ou de alto impactos, é fundamental para o corpo e para a mente. Além de prevenir as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) ligadas ao excesso de peso, como a hipertensão e o diabetes; as cardiovasculares e a alguns tipos de cânceres, o exercício regular desencadeia uma série de efeitos benéficos ao corpo. Além disso, caminhada, lutas e outras modalidades esportivas melhoram o condicionamento físico, auxiliam o controle de peso, alivia o estresse, melhora a qualidade do sono, entre outros benefícios que podem ser observados. Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017) apontam que 37% dos brasileiros que moram nas capitais praticam atividade física pelo menos 150 minutos por semana, o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os homens (43,4%) se exercitam mais do que as mulheres (31,5%). A faixa de 18 a 24 anos é a mais ativa, 49,1% da população tem o esporte inserido no cotidiano, seguidos pelos de 25 a 34 anos (44,2%). O levantamento também aponta que 47% dos brasileiros que praticam atividade física possuem 12 anos ou mais de escolaridade, enquanto 23,3% têm de 0 a 8 anos de escola. As capitais brasileiras onde se pratica mais atividade física são: Distrito Federal (49,6%), Palmas (45,9%) e Macapá (45,5%) enquanto São Paulo (29,9%), João Pessoa (34,45) e Recife (35,2%) têm os piores índices. EVITANDO O SEDENTARISMO Um dos incentivos do Governo Federal para a prática de atividade física, é o Programa Academia da Saúde. Por meio de recursos financeiros, os municípios recebem recursos para financiar a implantação de polos que contam com uma infraestrutura e equipamentos adequados; e profissionais qualificados para promover práticas corporais e atividade física, promoção da alimentação saudável e educação em saúde. Além das práticas corporais (dança, jogos, aeróbica, dentre outros), que vão estimular o movimento, o gasto energético, o autoconhecimento, o equilíbrio e outros componentes da produção do cuidado devem ser incentivados e promovidos nos polos, como as práticas integrativas e com grupos multiprofissionais que vão auxiliar e monitorar os usuários. Importante se exercitar, né??? Então não fique parado, venha para a Companhia Forma! Fonte : http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude (Por Victor Maciel, da Agência Saúde) / Foto : By Pixabay
Seu pequeno ainda está em casa, sem atividade? Então traga ele para a Natação, pode confiar!!!

Natação é a atividade mais segura para as crianças retornarem ao esporte. Os esportes estão fazendo cada dia mais falta na rotina das crianças. Durante a pandemia, assim como os adultos, os pequenos tiveram que suspender todos os exercícios, as aulas presenciais e contato com outras pessoas, para evitar o contágio do coronavírus. Após meses de isolamento e flexibilidade de algumas atividades, especialistas apontam a natação como o exercício mais seguro para o retorno ao esporte, além de ter inúmeros benefícios para o desenvolvimento infantil. Segundo um estudo publicado na Espanha, não há evidências do contágio dentro das piscinas, desde que sejam tomadas todas as medidas de tratamento e segurança, dentro e fora da água. O tratamento correto destrói o vírus, se estiver na água. Já no entorno das piscinas, todo cuidado precisa ser tomado. Dentre as medidas estão: restrições no uso dos vestiários, redução da capacidade de alunos, limite de apenas um acompanhante por criança, o não compartilhamento de materiais, higienização dos acessórios com produtos especializados pré e pós o uso, além da utilização de face shield por professores, etc. “Além de diminuir o estresse, por liberar endorfina, o hormônio do bem-estar, a natação traz inúmeros benefícios para as crianças, como o a melhora da psicomotricidade, prevenção e combate a obesidade, fortalecimento da capacidade cardiorrespiratória e a prevenção de acidentes.” afirma a Doutora Fátima Ramos, médica pediatra, que tem seu filho César Ramos, de 5 anos, matriculado e praticando natação na Academia Companhia Forma. Na Companhia Forma estamos seguindo os mais rígidos padrões de segurança, para que você e sua família possam retornar às atividades com muita tranquilidade e saúde. Venha conferir!!! E para saber mais sobre nossas medidas de segurança, assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=egYAW34Kjcc&feature=youtu.be Fonte: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/cienciaesaude/2020/10/natacao-e-a-atividade-mais-segura-para-as-criancas-retornarem-ao-espor.html
Saiba porque a natação é uma prática segura durante a pandemia!

Muitos meses se passaram desde o começo da pandemia, que trouxe severas consequências para os amantes das atividades físicas. Academias fechadas, parques com portões lacrados, esportes coletivos proibidos, e na natação não foi diferente. Com os clubes, áreas sociais de condomínios e locais especializados para a prática inacessíveis aos praticantes, os atletas se viram em um beco sem saída, pelo menos até os últimos dias quando alguns desses locais começaram a reabrir. Com os estudos sendo cada vez mais precisos e com toda a flexibilização da quarentena, será que a natação é a prática mais segura durante a pandemia? Para responder não apenas a esse questionamento, mas tirar também outras dúvidas sobre a modalidade, conversamos com o educador físico Welton Guerin. “Durante os meses antes da flexibilização, sem dúvidas, o setor aquático foi um dos mais afetados pela pandemia. Conforme as outras modalidades poderiam realizar as lives e treinos online, a natação foi impedida de utilizar tais plataformas, embora muitos profissionais realizavam treinamentos à seco, simulando exercícios da natação. O que os profissionais fizeram para manter as pessoas conectadas foi estudar e enviar links e meios das pessoas ficarem conectadas com a modalidade”, comenta. Mas já é realmente seguro voltar às piscinas? De acordo com um estudo publicado na Espanha, não existem evidências do contágio do novo coronavírus em piscinas. O que se sabe é que todo o cuidado precisa ser tomado no entorno das mesmas, mas que dentro da água (desde que tomadas todas as precauções necessárias) não há risco de contágio. Na Companhia Forma, aplicamos um PROTOCÓLO RÍGIDO DE SEGURANÇA nas piscinas. A água é tratada com um equipamento que utiliza o cloreto de sódio (sal) como matéria prima, transformando-o em hipoclorito de sódio (cloro natural) sem aditivos químicos que podem causar algum tipo de alergia à algumas pessoas. Além disso, todos os dias é feito um acompanhamento de Ph, alcalinidade e dureza cálcica garantindo a qualidade da água. Todos os materiais usados, bordas da piscina e corrimão são higienizados após cada aula com peróxido de hidrogênio (desinfetante hospitalar) extremamente eficaz contra qualquer vírus ou bactérias, como também o Coronavírus. “O tratamento correto mata o coronavírus e talvez a natação se torne o esporte mais seguro no período pós pandemia, por se tratar da única modalidade esportiva em que o participante está totalmente envolvido no fluido que higieniza e mata o vírus. Além, é claro, de não existir um contato direto entre os participantes”, frisa o educador. Então está esperando o que??? Venha para a Companhia Forma praticar sua natação, tranquilo e com toda a segurança!!! Fonte: https://www.webrun.com.br/natacao-pratica-segura-durante-a-pandemia/
Não fique parado!!! Estudo investiga se sedentarismo intensifica sintomas da covid-19

A hipótese levantada pelos pesquisadores é a de que pessoas fisicamente mais ativas tenham desfechos melhores. Um grupo de pesquisadores brasileiros está realizando um estudo para entender se existe relação entre o sedentarismo e a chance de hospitalização dos pacientes de covid-19. O questionário também busca entender a relação entre a quantidade de atividade física ou exercícios praticados pelo doente antes de ser infectado e a intensidade dos sintomas. A pesquisa está sendo realizada pelo Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo) em parceria com pesquisadores da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Os resultados devem sair em dois meses. Para verificar essa relação, os pesquisadores colocaram como pergunta central do estudo a necessidade de internação, mas também vão verificar o tempo de internação, a necessidade de utilização de respiradores e a intensidade dos sintomas. Santos explica que a pesquisa diferencia atividades físicas de exercícios e a quantidade de horas semanais praticadas antes da situação de quarentena. “Atividade física pode ser ir a pé para o trabalho, trocar o carro pela bicicleta, fazer uma caminhada até o mercado, já o exercício são os treinos em academia, musculação e esportes.” O questionário está sendo realizado digitalmente e ficará disponível para respostas até atingir a amostragem de 1061 respondentes. Qualquer pessoa que tenha contraído o novo coronavírus pode responder o questionário neste link. “Nossa hipótese é a de que pessoas fisicamente mais ativas tenham desfecho melhores.” O pesquisador explica que o estudo é importante, primeiramente por esclarecer como o corpo humano se comporta diante de um vírus totalmente novo. “Isso pode ser utilizado inclusive para nortear políticas públicas. A gente vê em alguns países, que têm essa preocupação com a atividade física da população, a instalação de mais ciclovias do que vias para carros, mais parques públicos.” Segundo Santos, os resultados podem abrir perspectivas para mais desdobramentos dos estudos. “Podemos fazer estudos mais específicos, sobre o mecanismo. A gente sabe, por exemplo, que esse vírus se liga em um receptor muito específico das células, em um segundo momento podemos fazer uma pesquisa com coletas biológicas dos pacientes.” Fonte: https://noticias.r7.com/saude/estudo-investiga-se-sedentarismo-intensifica-sintomas-da-covid-19-27062020 Foto: Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
Estudo mostra que, respeitando todas as medidas de prevenção, as academias não aumentam as chances de contaminação por COVID-19

Estudo mostrou que não houve aumento da propagação do COVID-19 nas academias quando medidas preventivas, como distanciamento social e medidas de higiene, foram respeitadas Um estudo acadêmico de larga escala concluiu que “não existe ameaça de aumento da propagação do COVID-19” nas instalações de fitness, mesmo quando ocorre treinamento intensivo. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Oslo, liderada pelo professor Michael Bretthauer, investigou a transmissão do SARS-CoV-2 (o vírus responsável pelo COVID-19) – e se era atribuível às academias. “Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de academias”, disse Bretthauer. A pesquisa – a primeira do gênero na Europa – estudou 3.764 membros do público, com idades entre 18 e 64 anos, que não tinham comorbidades relevantes ao COVID-19. Aproximadamente metade (1.896) das pessoas teve acesso a academias, enquanto a outra metade (1.868) – um grupo de controle – não. Os primeiros tiveram acesso a cinco academias – SATS Sjølyst e CC Vest (dois clubes de saúde pertencentes ao gigante nórdico do fitness SATS), STOLT Stovner e Rommen (ambos operados pela cadeia de academias STOLT. As instalações foram abertas a partir de 22 de maio de 2020 especificamente para o estudo – enquanto a Noruega ainda estava presa – e as atividades disponíveis nas academias incluíam serviços que os clubes normalmente forneciam, desde pisos de academias a aulas em grupo (incluindo spinning e yoga). Aqueles que visitavam uma academia tinham que seguir as diretrizes de prevenção de vírus elaboradas pelo Instituto Norueguês de Saúde Pública. Eles incluíam distanciamento social (um metro para exercícios no chão, dois metros para aulas de alta intensidade), além de melhorar a higiene das mãos e da superfície, enquanto todas as estações de treino eram fornecidas com desinfetantes para que fossem limpos após cada uso pelo membro. A equipe da academia também controlava o acesso às academias, para garantir medidas de distância e evitar a superlotação. Os vestiários estavam abertos, mas os chuveiros e saunas estavam fechados. A equipe de pesquisa testou cada pessoa quanto a SARS-CoV-2 por amostragem auto-administrada de naso, orofaringe e escarro após duas semanas – e doença clínica por ligação a registros eletrônicos de pacientes após três semanas. No grupo que treinou em uma academia, 81,8% treinaram pelo menos uma vez e 38,5% visitaram uma academia seis vezes ou mais, com o restante variando entre essas duas medidas. Dos 3.016 indivíduos que retornaram os testes de SARS-CoV-2 PCR, houve um teste positivo, mas enquanto o indivíduo positivo fazia parte do “grupo da academia”, eles não haviam visitado a academia antes do teste positivo e rastreamento de contato constatarem que eles foram realmente infectados no local de trabalho. Durante o estudo de três semanas, não houve visitas ambulatoriais ou internações devido ao COVID-19 em nenhum dos grupos. Além disso, dos 91 funcionários que trabalharam nas instalações de treinamento durante o período experimental e concordaram em fornecer dados, 83 (91,2%) foram testados para SARS-CoV-2 e nenhum foi positivo. Em conclusão, as pesquisas declararam: “Nosso estudo não mostrou transmissão de vírus ou aumento da doença COVID-19 relacionada à abertura de instalações de academia, fornecendo boas rotinas de higiene e distanciamento social. “Pela lei de emergência, todas as instalações de treinamento foram fechadas na Noruega durante a pandemia. O fechamento foi justificado pelo pressuposto de que a atividade de treinamento nas instalações aumentaria o risco de transmissão de vírus entre os membros das instalações e, portanto, a doença de COVID-19 entre os membros, funcionários e comunidade. “No entanto, medidas básicas de higiene das mãos e de distanciamento social – assegurando uma distância de 1 a 2 metros entre os indivíduos – são medidas comprovadas e importantes de proteção à transmissão de vírus. Elas são baratas, fáceis de aplicar e não exigem grandes recursos”. “Durante a pandemia do COVID-19, os países introduziram o fechamento de importantes atividades da sociedade porque se supunha que as medidas simples não seriam suficientes para conter a transmissão de vírus. “No entanto, se a contenção de vírus, incluindo rastreamento de quarentena e contato, higiene das mãos e medidas pessoais de distanciamento social forem suficientes para impedir a disseminação do vírus, o fechamento poderá ser evitado e, portanto, prejudicado. “Nosso estudo procurou testar se o fechamento de academias é necessário ou se as instalações abertas podem fornecer higiene e distanciamento social suficientes para impedir a propagação do vírus. “Se medidas de higiene e distanciamento pudessem ser alcançadas, assumimos que seria seguro abrir academias e instalações de treinamento. “Como mostram nossos resultados, não houve aumento de doenças relacionadas ao COVID devido à abertura de academias e instalações de treinamento”. CLIQUE AQUI E VEJA O VÍDEO QUE MOSTRA TODAS AS REGRAS DE SEGURANÇA QUE A COMPANHIA FORMA VAI ADOTAR NO RETORNO DAS ATIVIDADES: Fonte: https://www.healthclubmanagement.co.uk/health-club-management-news/COVID-19-SATS-STOLT-EVO-Fitness-Michael-Bretthauer-University-of-Oslo/345783